| 000 | 03956 2200265 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 408149 | ||
| 090 | _a408149 | ||
| 100 | _a20231128 mmmy0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 102 | _aPT | ||
| 200 |
_aPlano de desenvolvimento Social de Cascais 2008-20011 _fConselho Local de Acção Social (CLAS) de Cascais _gapoio tec. CMC / Gabinete da Rede Social e Igualdade de Género |
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| 210 |
_aCascais _bConselho Local de Acção Social (CLAS) de Cascais _d2008 |
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| 215 |
_a105 p. _cil. _d30 cm |
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| 304 | _aNúcleo Executivo do CLAS: Câmara Municipal de Cascais. Isabel Pinto Gonçalves Centro Comunitário da Paróquia de Carcavelos . Conceição Fernando CERCICA . Rosa Neto D. G. de Reinserção Social – Equipe Lisboa Penal 4 . Margarida Batista Fund. Port. Prevenção, Estudo e Tratamento da Toxicodependência. Elisabete Ferreira ISS, C.D. Segurança Social de Lisboa – Serviço local de Cascais. Ana Cristina Venâncio Santa Casa da Misericórdia de Cascais . Pedro Galvão Lucas | ||
| 330 | _aCom o presente PDS avançamos mais uns passos na caminhada complexa que tem sido a procura de formas de trabalho conjunto, com vista a um planeamento integrado e participado do desenvolvimento social do concelho de Cascais e de implementação da Rede Social. Não existem modelos universais para planear e implementar as mudanças desejáveis numa realidade tão complexa como a realidade social. Face à riqueza, diversidade e multiplicidade de agentes sociais e tipos de intervenção relevantes para o desenvolvimento social, bem como a experiência de trabalho em parceria que há longa data tem pautado a intervenção social em Cascais, o Programa da Rede Social veio legitimar e dar visibilidade ao trabalho já desenvolvido e lançar um desafio ainda mais exigente à inovação. No processo de construção do primeiro PDS, os objectivos de trabalho centraram-se na interiorização do conceito de Rede Social, no conhecimento mútuo dos agentes sociais, na dinamização do processo participativo ao nível do diagnóstico e na priorização dos objectivos de intervenção. Da experiência adquirida desde então, conclui-se que o PDS tem que ser operacionalizado e os seus impactos mensuráveis. Constata-se ainda que realizar um planeamento multissectorial, dos diversos agentes locais, exige um grande esforço dos participantes e algumas mudanças na cultura organizacional. Assim, nesta fase, ainda de “aprendizagem” de planeamento conjunto, optou-se por um PDS mais restrito, com maior potencial para o operacionalização e monitorização. Nesta lógica este PDS revela já uma coerência estratégica que permitirá elaborar os seus Planos de Acção anuais, e efectuar as mudanças que se pretendem, explicitadas em metas a atingir ao longo dos seus 4 anos de vigência. 12 Este PDS foi construído apostando: . na coerência entre o PDS 2008-2011 e as metas inscritas em sede do Plano Nacional para a Inclusão – PNAI; .na elaboração de Planos de Acção anuais, na monitorização e avaliação dos resultados; .numa lógica de actualização do diagnóstico de realidade social concelhia e da evolução das questões sociais existentes ou emergentes. O processo foi ainda marcado por uma aproximação ao Método Aberto de Coordenação, em termos locais (entre os agentes sociais locais), em termos regionais (participando na Plataforma Supraconcelhia) e em termos nacionais (na articulação com o PNAI). | ||
| 337 | _aRequisitos do sistema: Windows, PC ou compatível, (MB de RAM, drive de CD ROM compativel MPC ou fones, Placa de som, mouse. Microsoft Windows | ||
| 606 |
_9558 _aSOCIOLOGIA |
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| 606 |
_aEXCLUSÃO SOCIAL _91364 |
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| 606 |
_96098 _aCOMBATE À POBREZA |
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| 606 |
_93806 _aPLANO DE DESENVOLVIMENTO |
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| 675 |
_9421247 _a316 |
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| 710 |
_9422212 _aCONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL (CLAS) DE CASCAIS |
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| 852 | _j316CLAS | ||