| 000 | 01807 2200265 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 408088 | ||
| 090 | _a408088 | ||
| 100 | _a20231115d kmmy0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 102 | _aPT | ||
| 200 |
_aAs prisões _fJoão Antonio Pereira _gori. tese Ricardo D'Almeida Jorge |
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| 210 |
_aPorto _cTypographia de V. Gandra _d1881 |
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| 215 |
_a100 p. _d21 cm |
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| 225 | _aEstudos | ||
| 328 | _aDissertação inaugural apresentada e defendida perante a escola médico-cirúrgica do Porto | ||
| 330 | _aA prisão collectiva é desmoralisadora, e não attinge o fim, que toda a lei penal deve ter em vista. O systema d'Auburn é incompleto em seus resultados, e bárbaro nos meios que emprega. O systema da Philadelphia, despido da perpetuidade da prisão, e moderado consoante a lei portugueza de 1 de julho de 1867; ou o systema irlandez,—a serem rigorosos os cálculos dos criminalistas inglezes,—são os preferíveis, para os criminosos de maior idade. E em quanto aos menores de 18 annos:—nas cidades, casas de detenção e correcção; nas pequenas povoações, colónias agrícolas correccionaes—. E porque é melhor prevenir do que remediar, os poderes públicos deverão favorecer o desenvolvimento de estabelecimentos de beneficência, de officinas enristas,—segundo o plano de D. João Bosco—, e de colónias agrícolas, tendo por modelo a de Citeaux e a de Mettray. Taes são as idéas que tenho por verdadeiras, e que por isso me proponho defender | ||
| 606 |
_aDIREITO PENITENCIÁRIO _9549 |
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| 606 |
_9252855 _aPRISÕES |
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| 606 |
_9334284 _aTESE |
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| 675 |
_9319986 _a343.24 |
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| 700 |
_9422118 _aPEREIRA _bJoão Antonio |
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| 702 |
_4727 _9422119 _aJORGE _bRicardo D'Almeida _f1858-1939 |
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| 852 | _jEST1217 | ||