000 03485 2200265 4500
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090 _a408066
100 _a20231109d kmmy0pory50 ba
200 _aViolência conjugal contra a mulher
_eimpactos na produtividade laboral
_fMarlene Pascoal Ferreira
_gori. tese Hélia A. de Magalhães C. Bracons Carneiro
210 _aLisboa
_c[s.n.]
_d2022
215 _a115 p.
_d30 cm PDF
225 _aEstudos
328 _aDissertação defendida em provas públicas para obtenção do Grau de Mestre no Curso de Mestrado em Riscos e Violências nas Sociedades Atuais,no curso de Mestrado em em Riscos e Violências nas Sociedades Atuais conferido pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias
330 _aA investigação qualitativa que desenvolvemos teve como objetivo de conhecermos os impactos causados pela violência conjugal na produtividade laboral das mulheres, através da experiência dos técnicos superiores de apoio a vítimas de violência doméstica, que desempenham funções na Casa de Abrigo que pertence à Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. Recorremos à entrevista semiestruturada junto dos técnicos para a recolha de informação sobre a temática em questão. Quanto a problemática da violência e empregabilidade, apurou-se que um dos impactos causados pela violência doméstica é por vezes a dificuldade que a vítima passa a ter para manter o emprego, outras vítimas acabam por ficar desempregadas temporariamente, dependentes dos apoios sociais e com maior vulnerabilidade financeira. Conclui-se que relativamente ao emprego, as agressões infligidas nas vítimas de violência doméstica de forma reiterada produzem impactos na sua capacidade e produtividade laboral. No processo de autonomização, apurou-se que as vítimas acolhidas na casa de abrigo eram de nacionalidade estrangeira e estavam todas desempregadas. Um dos passos que é fundamental para o projeto de autonomia das vítimas é a integração no mercado de trabalho, a vasta experiência dos técnicos na problemática da violência conjugal e o conhecimento da situação da vítima por parte de todos os intervenientes apresenta-se como uma boa resolução para o problema. No apoio Jurídico prestado à Vítima, apurou-se que o apoio jurídico é fundamental para a vítima, para além do apoio e acompanhamento jurídico que a vítima tem ao longo do processo de autonomização, desenvolve-se também junto da vítima, um trabalho de empoderamento de forma a manter a vítima bem informada dos seus direitos enquanto cidadã e futura trabalhadora. Relativamente as medidas de combate ao flagelo do crime de violência doméstica, apurou-se que seria uma mais-valia se as escolas criassem um programa de educação para a saúde, com incidência na abordagem da violência doméstica e fosse trabalhado com as crianças, as questões de género para o desenvolvimento da cidadania ativa, com o objetivo de alterar este costume da violência contra a mulher, no qual é considerado crime e atentado contra os direitos humanos.
606 _9558
_aSOCIOLOGIA
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_aVIOLÊNCIA CONJUGAL
606 _aMAUS TRATOS
_93093
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_aVÍTIMAS DE VIOLÊNCIA
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_aFERREIRA
_bMarlene Pascoal
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_aCARNEIRO
_bHélia A. de Magalhães C. Bracons
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