| 000 | 04716 2200277 4500 | ||
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| 001 | 407791 | ||
| 090 | _a407791 | ||
| 100 | _a20230712d2016 kmmy0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 102 | _aPT | ||
| 200 |
_aO efeito do álcool na condução em diferentes fases de alcoolemia _fNorberto Fernando Nogueira Durães _gori. tese Sara Maria Pinho Ferreira, João Manuel Abreu dos Santos Baptista |
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| 210 |
_aPorto _c[s.l.] _d2016 |
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| 215 |
_a71, 6 p. _cil. _d30 cm PDF |
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| 225 | _aEstudos | ||
| 328 | _aDissertação apresentada para obtenção do grau de Mestre Engenharia de Segurança e Higiene Ocupacionais Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto | ||
| 330 | _aDesde há muito tempo que se reconhece que a condução sob o efeito do álcool aumenta significativamente o risco de acidentes rodoviários. Existem vários estudos que alertam para o facto de o álcool no sangue afetar várias funções motoras e cognitivas do indivíduo importantes na condução. Nesse sentido, um pouco por todo o mundo, têm vindo a ser tomadas medidas preventivas, com o intuito de diminuir os acidentes rodoviários potenciados pelo consumo dessa substância. Em Portugal a taxa de álcool no sangue (TAS) permitida é de 0,49 gramas de álcool por litro de sangue (g/l), exceto para determinados tipos de condutores, em que o limite é de 0,2 g/l. Este estudo pretende aferir a influência da TAS durante a condução em diferentes níveis moderados de TAS, comparando a fase ascendente com a fase descendente. Este trabalho tem a particularidade de analisar o desempenho da condução em dois níveis de TAS, considerados como o limite permitido por lei em muitos países. Para tal, submeteram-se 20 voluntários a 5 ensaios experimentais de condução no simulador de condução (DriS). Os ensaios experimentais foram efetuados com e sem álcool, sendo a ingestão deste controlada até obterem o nível de alcoolemia máximo, de aproximadamente 0,49 g/l. Em cada ensaio, considerou-se um conjunto variado de eventos, nomeadamente questões de resposta certa ou errada, para melhor aferir o desempenho na condução, perante situações práticas específicas. Paralelamente aos ensaios, cada voluntário preencheu dois tipos de questionários, baseados na Visual Analogue Scale, em 4 momentos de TAS, com o objetivo de se autoavaliarem quanto à disposição e confiança para conduzirem, bem como sobre a sensibilidade de intoxicação alcoólica. Através dos dados registados nas diversas variáveis, que caracterizam a condução no DriS, foi possível analisar o desempenho da condução com base na análise estatística ANOVA e na observação de gráficos. As variáveis analisadas, tais como, velocidade, travão, ângulo do volante e distância ao eixo da via, mostraram, em geral, relevância estatística para os 5 ensaios e, em alguns casos, a influência nos resultados de determinadas variáveis que caracterizam os voluntários (idade e tipo de consumidor de álcool). Contudo, a análise visual dos gráficos não mostra uma evidente tendência no desempenho do condutor de ensaio para ensaio, embora traduza claramente que, após a ingestão do álcool, surgem alterações no comportamento e no desempenho dos voluntários, em particular, na fase descendente da CAS, revelando a presença do erro prolongado. No entanto, é visível, em todos os gráficos, que o momento de TAS máximo destaca-se em relação aos momentos (ante) precedentes. Note-se que o facto de a variação da TAS entre ensaios não ser muito elevada, torna mais difícil obter resultados que evidenciem, de forma clara, as alterações no desempenho da condução. Verificou-se ainda que o número de respostas erradas às questões colocadas durante os ensaios foi maior no momento de TAS máxima, indiciando que o processamento da informação foi afetado. Adicionalmente, os resultados dos questionários permitiram concluir que, de uma forma geral, os participantes responderam que se sentiam altamente confiantes, disponíveis e capazes de conduzir na fase descendente, ainda com TAS, o que indicia que se possa estar perante o efeito da tolerância ao álcool. Este fenómeno induz a decisão de conduzir sob o efeito do álcool, aumentando o risco de acidentes rodoviários. | ||
| 606 |
_aSERVIÇO SOCIAL _91183 |
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| 606 |
_913486 _aCONDUÇÃO SOB A INFLUÊNCIA DO ÁLCOOL |
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| 606 |
_aÁLCOOL _yPortugal _95618 |
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| 675 |
_9320102 _a36 |
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| 700 |
_9421595 _a DURÃES _bNorberto Fernando Nogueira |
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| 702 |
_4727 _9421596 _aFERREIRA _bSara Maria Pinho |
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| 702 |
_4727 _9421597 _aBAPTISTA _bJoão Manuel Abreu dos Santos |
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| 852 | _jEST1189 | ||