| 000 | 02664 2200277 4500 | ||
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| 001 | 407775 | ||
| 090 | _a407775 | ||
| 100 | _a20230703d kmmy0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 102 | _aPT | ||
| 200 |
_aPrisão com fronteiras _erelações Inter-étnicas em Meio Prisional, Estudo de Caso no Estabelecimento Prisional de Carregueira _fOrlando Jorge Cruz Dias Gomes _gori. tese Maria Margarida Marques |
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| 210 |
_a[S.l _cs.n] _d2012 |
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| 215 |
_a119 p. _d30 cm PDF |
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| 225 | _aEstudos | ||
| 328 | _aDissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Migrações, Inter-etnicidades e Transnacionalismo | ||
| 330 | _aCom este trabalho procuro fazer um estudo comparativo, dar voz aos estrangeiros caboverdianos e de países emergentes da ex União Soviética a cumprir pena no Estabelecimento Prisional da Carregueira, deixando-os falar acerca do modo como se auto representam, representam o “outro” maioritário, num contexto marcado por estereótipos e tentar compreender as representações e a base para o processo de construção das relações através “dos olhos destes estrangeiros”, ultrapassando eventuais perspectivas etnocêntricas. A referência para este trabalho é: dois grupos constituídos por reclusos do E. P. Carregueira, sendo o primeiro grupo constituído por caboverdianos, o segundo grupo constituído por indivíduos proveniente de países emergentes da ex União Soviética, que poderão ser percepcionados, de forma simultânea ou não, como categorias, étnicas, raciais e nacionais. Pretendo saber como se auto e hetero representam face ao “outro”? E que factores balizam a construção de tais representações, cuja génese radica em processos de intervenção entre maioria e minoria. Pretendo perceber quais as suas pertenças reais ou imaginadas a um grupo étnico, e a forma como estes indivíduos constroem o “nós”, ou seja, como definem o seu “eu” e o que pensam da sociedade portuguesa, como percepcionam o “outro” maioria? Interessa-me, ainda analisar a forma como estes reclusos olham de fora sobre si próprios, tentando ver-se como os outros os vêem, a fim de descortinar de que modo uns e outros se diferenciam e se aproximam na massa prisional. | ||
| 606 |
_aDIREITO PENITENCIÁRIO _9549 |
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| 606 |
_aPRISÃO _95106 |
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| 606 |
_95211 _aIDENTIDADE |
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| 606 |
_94317 _aETNIAS |
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| 675 |
_9420646 _a343.8 |
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| 700 |
_9421565 _aGOMES _bOrlando Jorge Cruz Dias Gomes |
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| 702 |
_4727 _9421566 _aMARQUES _bMaria Margarida |
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| 852 | _jEST1233 | ||