000 03139 2200301 4500
001 407753
090 _a407753
100 _a20230619d kkky0pory50 ba
101 _apor
102 _aPT
200 _aJovens "delinquentes" institucionalizados em Portugal
_eum estudo qualitativo das suas histórias de vida
_fSilvana Daniela Ventura Teixeira
_gorient. Ana Rita Conde Dias, orient. Carla Margarida Vieira Antunes
210 _aPorto
_cUniversidade Lusófona
_d2017
215 _a37, [4] p.
_d30 cm
328 _aDissertação de Mestrado em Psicologia da Justiça: Vítimas de crime Dissertação defendida em provas públicas na Universidade Lusófona do Porto no dia 11/04/2017, perante o júri seguinte: Presidente: Prof.ª Doutora Célia Isabel Lima Ferreira Arguente: Prof.ª Doutora Andreia Moura (Prof.ª Auxiliar da Universidade Lusófona do Porto) Orientadora: Prof.ª Doutora Carla Margarida Vieira Antunes
330 _aNão existe uma definição consensual na literatura para o termo “delinquência juvenil”. Na tentativa de explicação deste fenómeno encontra-se na literatura, teorias intra-individuais, da aprendizagem social, sócio-estruturais e desenvolvimentais. Verifica-se a predominância de estudos focados na prevalência e na identificação de factores de risco ou de preditores da delinquência, sendo escassos os estudos que procuram compreender o fenómeno desde o ponto de vista de quem o vivencia, de carácter qualitativo. Assim, surge este estudo no sentido de colmatar esta lacuna, através da análise da história de vida de 9 jovens, do sexo masculino, institucionalizados num Centro Educativo em Portugal. Para aceder aos participantes recorreu-se ao pedido de autorização para recolha de dados no Centro Educativo à DGRSP, onde posteriormente foi obtido o consentimento informado dos jovens e/ou dos seus representantes legais. As entrevistas foram realizadas e gravadas nas instalações do Centro Educativo, com uma duração média entre os 45 e os 120 minutos e transcritas na íntegra, de modo a salvaguardar-se a integridade dos relatos para posterior análise. Os resultados indicam que a família e o grupo de pares assume um papel central na vida dos jovens, apesar das experiências negativas (e.g.: maus-tratos, rejeição, abandono).Os jovens focam ainda a dificuldade e instabilidade decorrentes da institucionalização, assim como os remorsos associados ao cometimento dos comportamentos delinquentes. Salienta-se a influência negativa das experiências adversas no seu autoconceito e a valorização do ideal de família unida e afetuosa.
606 _aJUSTIÇA JUVENIL
_9102475
606 _aINSTITUCIONALIZAÇÃO
_95074
606 _95105
_aCOMPORTAMENTO DELINQUENTE
606 _aDELINQUÊNCIA JUVENIL
_9689
606 _aTESE DE MESTRADO
_yPORTUGAL
_95079
675 _9402782
_a343.121.5
700 _9421536
_aTeixeira
_bSilvana Daniela Ventura
701 _4727
_9356705
_aANTUNES
_bCarla Margarida Vieira
701 _4727
_9421537
_a Dias
_bAna Rita Conde
801 _aPT
_gRPC
852 _jEST1181