| 000 | 03593 2200253 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 407606 | ||
| 090 | _a407606 | ||
| 100 | _a20230216d mmmy0pory50 ba | ||
| 101 |
_apor _cpor |
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| 200 |
_aHomicídio ou tentativa de homicídio conjugal _edinâmicas relacionais prévias, motivações e perceções do ofensor após a prática do crime _f Inês de Sampaio Fontes Resende da Cunha _gori.tese Celina Manita |
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| 210 |
_a[S.l. _cs.n.] _d2022 |
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| 215 |
_a70 p. _d30 cm PDF |
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| 225 | _aEstudos | ||
| 328 | _aDissertação apresentada no Mestrado em Psicologia, Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto | ||
| 330 | _aOs crimes de violência doméstica e, dentro destes, os homicídios em contexto de violência doméstica têm mantido, nas últimas décadas, valores muito elevados em Portugal. Entre 2018 e 2022, de acordo com os Relatórios Anuais de Segurança Interna e os dados das principais associações de apoio a vítimas, a violência doméstica manteve elevada expressividade, estando no topo das categorias criminais mais reportadas. Sendo a associação entre a violência doméstica e o homicídio conjugal bem sustentada pela literatura (Gnisci & Pace, 2016; Spencer & Stith, 2018), com a primeira a surgir como fator de risco central para o segundo, e tendo em conta as elevadas prevalências acima referidas, entendemos que seria importante contribuir para o aprofundamento do conhecimento sobre o homicídio e a tentativa de homicídio conjugal em Portugal, tendo em conta as dinâmicas relacionais associadas e o ponto de vista e motivações daqueles que o cometem. O objetivo central do nosso estudo foi, então, o de compreender as dinâmicas gerais que envolvem o crime de homicídio conjugal, consumado ou tentado, e as principais motivações de quem o pratica. Para tal, e com recurso a entrevistas semiestruturadas realizadas junto de um grupo de 10 homens condenados por este tipo de crime, tentou-se compreender, entre outros aspetos, quais as dinâmicas relacionais prévias ao ato (onde pudemos analisar, entre outros, fatores de risco existentes), as motivações para o crime e as perceções do seu autor, após a prática do ato. Concluiu-se que os fatores de risco com maior expressividade são a existência de discussões e o agravamento de discussões, seguindo-se, a descoberta ou a suspeita de traição. Quanto às motivações para o ato, elas revelam-se fortemente emocionais, dominando o ciúme e o receio de perda da /abandono pela companheira, e a raiva. Finalmente, no que concerne às perceções e cognições, pudemos concluir que metade dos participantes tem consciência da gravidade dos seus atos, mas que muitos destes adotam estratégias de racionalização, minimização ou negação da responsabilidade, atribuindo os seus atos a fatores externos a si. A maioria dos participantes, considerou, contudo, a pena judicial aplicada justa. Por fim, quis-se compreender quais foram as emoções mais comummente experienciadas pelos participantes após a prática do crime. Concluiu-se que o choque e a culpa foram as mais enumeradas. Verificou-se, contudo, uma elevada dificuldade dos sujeitos na identificação destas emoções. | ||
| 606 |
_aCRIMINOLOGIA _9704 |
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| 606 |
_aHOMICÍDIO CONJUGAL _99518 |
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| 606 |
_9339065 _aMOTIVAÇÕES _yPORTUGAL |
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| 675 |
_2Fátima Martinho _a343.9 _9158254 |
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| 700 |
_9421146 _aCUNHA _b Inês de Sampaio Fontes Resende da |
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| 702 |
_aMANITA _bCelina _4727 _9320990 |
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| 852 | _jEST1168 | ||