000 03000 2200301 4500
001 407548
090 _a407548
100 _a20230126d mmmy0pory50 ba
101 _apor
102 _aPT
200 _aPolíticas sociais e de reinserção
_eestudo de caso
_eestabelecimento prisional de olhão
_fAntónio Luís Rosado
_gori.tese João Eduardo Rodrigues Martins
210 _a[S.l
_cs.n.]
_d2022
215 _a120 p.
_cil.
_d30 cm em PDF
225 _aEstudos
328 _aDissertação de Mestrado em Sociologia, apresentado á Universidade do Algarve Faculdade de Economia
330 _aEste trabalho aborda o problema da reinserção de ex-reclusos do Estabelecimento Prisional de Olhão. O principal objetivo foi analisar as políticas sociais e de reinserção nesse estabelecimento prisional. A investigação empírica assentou num estudo de caso e foram realizadas 10 entrevistas semiestruturadas a reclusos de modo a analisar-se as suas caraterísticas sociodemográficas, o contexto familiar, a escola e o trajeto escolar, as experiências no mundo do trabalho, as vivências da reclusão e, por fim, a questão da reinserção social. Tentámos compreender os caminhos que levaram à prisão, as perspetivas dos reclusos face à sua estadia no estabelecimento prisional e os processos de reinserção social, captados estes também a partir das perspetivas dos reclusos. Os resultados permitem dizer quanto aos processos e dinâmicas de reinserção social, que os reclusos entrevistados manifestam nos seus discursos uma forte dificuldade na transição da vida da prisão para o mundo exterior. Do mundo “lá dentro” para o mundo “cá fora”, sendo que quanto maior o tempo passado na prisão em decorrência do tipo de pena, mais difícil se torna a reintegração na sociedade. São identificadas as dificuldades de inserção no mercado de trabalho, o rompimento dos laços familiares como algo que agrava as dificuldades de reinserção social, a estigmatização associada à condição de “ex-recluso” geradora de descriminação social e ainda um Estado Social deficitário no apoio social à reintegração social dos reclusos, quer seja pelas faltas no apoio ao acesso à habitação quando necessária, aos apoios à integração no mercado de trabalho, ao acesso ao apoio psicológico ou ainda no acesso aos apoios sociais, percebidos estes como insuficientes para levar uma existência condigna no mundo social fora da instituição total onde estiveram envolvidos e encarcerados.
606 _aDIREITO PENITENCIÁRIO
_9549
606 _922913
_aPOLÍTICAS SOCIAIS
606 _aREINSERÇÃO
_95557
606 _aRECLUSÃO
_9104369
606 _aESTABELECIMENTO PRISIONAL
_yPORTUGAL
_9551
675 _2Fátima Martinho
_a343.8
_9420646
700 _9421038
_aROSADO
_bAntónio Luís
702 _9421037
_aMARTINS
_bJoão Eduardo Rodrigues
801 _aPT
_gRPC
852 _j343.8ROS