| 000 | 03159 2200265 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 407540 | ||
| 090 | _a407540 | ||
| 100 | _a20230124d mmmy0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 102 | _aPT | ||
| 200 |
_aO Impacto do self-distancing na regulação emocional e no raciocínio moral de jovens delinquentes _fJoana Ferreira Castro _gori.tese Rui A. Alves |
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| 210 |
_a[S.l. _cs.n.] _d2022 |
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| 215 |
_a70 p. _cil. _d30 cm em PDF |
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| 225 | _aEstudos | ||
| 328 | _aDissertação apresentada no Mestrado em Psicologia, área de Psicologia da Justiça e da Desviância, Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto | ||
| 330 | _aO presente estudo teve como principal objetivo avaliar o impacto do self-distancing na regulação emocional e no raciocínio moral de jovens delinquentes. O self-distancing é uma técnica psicológica recente que implica a análise de experiências emocionais na terceira pessoa, por exemplo, através do recurso ao pronome pessoal “Ele”. Várias investigações têm demonstrado que o self-distancing é especialmente eficaz para populações em situação de vulnerabilidade, associando-o ao processamento adaptativo de experiências adversas. Estão documentados efeitos positivos na regulação emocional, no raciocínio moral e na capacidade de gestão e resolução de problemas. Postula-se que a perspetiva distanciada favorece interpretações mais amplas e objetivas que permitem reconstruir e atribuir novos significados aos acontecimentos. É reconhecido que os jovens delinquentes têm dificuldades nestas áreas, podendo, por isso, o self-distancing ser-lhes benéfico. Recorrendo a uma amostra de 57 participantes, subdivididos pelos grupos delinquente (n = 31) e não delinquente (n = 26), avaliamos a influência do self-distancing no afeto e na tomada de decisão moral, e comparamos os seus efeitos com a adoção de uma perspetiva na primeira pessoa (self-immersion). Os jovens foram aleatoriamente distribuídos pelas condições self-distancing e self-immersion, e realizaram uma reflexão escrita sobre um evento interpessoal negativo. Contrariamente ao esperado e ao reportado na literatura, o self-distancing não influenciou o juízo moral, nem parece ter promovido o ajustamento emocional dos participantes. Em particular, surgiu associado ao aumento do afeto negativo e à diminuição do afeto positivo, especialmente nos jovens não delinquentes. De igual modo, o self-distancing originou índices mais elevados de recontagem do que reconstrução. A reconstrução foi superior na condição self-imersion. Estes resultados são discutidos à luz da conceptualização atual do self-distancing e das especificidades dos grupos estudados. Finalmente, traçam-se pontos de partida para futuras investigações. | ||
| 606 |
_aPSICOLOGIA _9705 |
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| 606 |
_aDELINQUÊNCIA JUVENIL _9689 |
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| 606 |
_927702 _aREGULAÇÃO _yPORTUGAL |
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| 675 |
_2Fátima Martinho _a159.9 _9158224 |
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| 700 |
_9421026 _aCASTRO _bJoana Ferreira Castro |
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| 702 |
_9421027 _aALVES _bRui A. _4727 |
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| 852 | _jEST1164 | ||