| 000 | 02651nam a2200253 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 396359 | ||
| 090 | _a396359 | ||
| 100 | _a20210916d2020 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aAdaptação à prisão e infrações disciplinares _bRecurso eletrónico _fMadalena Maria Belo de Azevedo e Alves |
||
| 210 |
_aPorto _c[s.n.] _d2020 |
||
| 215 |
_a1 CD-ROM _d12 cm |
||
| 300 | _aDissertação apresentada à Faculdade de Direito da Universidade do Porto para a obtenção do grau de Mestre em Criminologia, elaborada sob a orientação de Maria Alexandra Gomes Machado Leandro e co-orientação de José Soares Martins. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 1,18 MB em formato PDF (79 p.). | ||
| 330 | _aO presente trabalho tem como finalidade analisar as bases teóricas, filosóficas e empíricas sobre a temática da adaptação à prisão. Os estabelecimentos prisionais são instituições totalizantes que impõem aos reclusos um modo de vida específico. O quotidiano de quem se encontra recluído é pautado por condições, regras e normas que o indivíduo não escolheu, tendo-lhe sido impostas por outrem, como forma de punição. Assim, ingressar num estabelecimento prisional implica aprender um novo código comportamental e de interação social, numa nova realidade, pré-definida por terceiros (Gonçalves, 2008). O conceito de adaptação remete-nos para um processo de modificação, adaptação e de alteração comportamental com o objetivo de lidar com novas situações ou ambientes. Para atingir os objetivos propostos, esta investigação baseia-se na análise de processos disciplinares num estabelecimento prisional feminino, com vista a compreender o percurso adaptativo experimentado pelas reclusas, por forma a melhorar o funcionamento do Sistema Prisional. Da análise dos procedimentos disciplinares selecionados, foi possível compreender com detalhe as sociabilidades prisionais - horizontais entre reclusas e verticais entre reclusas e guardas e responsáveis institucionais - associadas à conflitualidade presente na experiência de reclusão, os discursos, racionalidades e justificações acionados pelas reclusas, guardas e testemunhas face à queixa, bem como os procedimentos e racionalidades de quem investiga e aplica a sanção. | ||
| 606 |
_aRECLUSÃO _9104369 |
||
| 606 |
_aPOLÍTICA PRISIONAL _910115 |
||
| 606 |
_aESTUDO DE CASOS _9322367 |
||
| 606 |
_aTESE _9334284 |
||
| 606 |
_aESTABELECIMENTO PRISIONAL _9551 |
||
| 700 |
_aALVES _bMadalena Maria Belo de Azevedo e _9358499 |
||
| 955 | _xOferta | ||