| 000 | 03123nam a2200241 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 396177 | ||
| 090 | _a396177 | ||
| 100 | _a20210429d2017 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aO depoimento de testemunhas em audiências criminais _bRecurso eletrónico _ea percepção dos magistrados _fMaria Cecília Butierres |
||
| 210 |
_aPorto _c[s.n.] _d2017 |
||
| 215 |
_a1 CD-ROM _d12 cm |
||
| 300 | _aRelatório apresentado à Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para cumprimento do programa de pós-doutoramento em Psicologia Forense e do Testemunho, sob a supervisão de Ana Isabel Sani. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 632 KB em formato PDF (91 p.). | ||
| 330 | _aEsta pesquisa teve como objetivo investigar a percepção dos magistrados acerca do depoimento testemunhal realizado durante a audiência criminal. A amostra intencional foi composta por oito (8) magistrados, três (3) do sexo feminino e cinco (5) do sexo masculino, todos com experiência em inquirição de testemunhas em processos penais. A recolha de dados foi efetuada através de uma entrevista semiestruturada, construída para o efeito. Os dados coletados foram submetidos à análise de conteúdo de recorte temático com base em Bardin (2011). Os resultados desta pesquisa, de natureza qualitativa, apontaram para uma percepção positiva do depoimento testemunhal (n=8), o qual foi considerado como fundamental para a tomada da decisão judicial. Conjuntamente com essa percepção positiva, foi manifestada uma percepção negativa (n=7), no sentido de que se trata de uma prova frágil e sujeita a falhas. Em relação à forma de questionamento, os resultados obtidos podem ser agrupados em três subcategorias: a) a prevalência do mito da objetividade do testemunho (n=5); b) a melhor adequação do relato livre em comparação com as perguntas fechadas (n=6); e c) a consideração de que perguntas fechadas afirmativas por presunção são a classe de perguntas mais suscetíveis à sugestionabilidade do testemunho (n=7). Quanto ao modo de questionamento, os resultados obtidos podem ser agrupados em duas subcategorias: a) a ordem lógico-sequencial para a formulação de perguntas pelos atores processuais. Metade dos participantes (n=4) considerou ser mais adequado que o juiz inicie a formulação das perguntas às testemunhas e a outra metade (n=4) considerou ser mais adequado que as partes iniciem tal questionamento; b) a ausência do órgão de acusação: predominância da percepção de que compete ao magistrado suprir essa ausência e realizar as perguntas às testemunhas (n=5). Em caráter sugestivo, a pesquisa apontou que a constante qualificação em termos de Psicologia do Testemunho mostra-se como uma importante ferramenta para a facilitação da tomada da decisão judicial. | ||
| 606 |
_aDEPOIMENTO _9318693 |
||
| 606 |
_aMAGISTRADO JUDICIAL _9243074 |
||
| 606 |
_aJULGAMENTO _9233424 |
||
| 606 |
_aTESE _9334284 |
||
| 700 |
_aBUTIERRES _bMaria Cecília _9359395 |
||
| 955 | _xOferta | ||