| 000 | 02184nam a2200241 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 396117 | ||
| 090 | _a396117 | ||
| 100 | _a20210324d2020 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aColaboração premiada _bRecurso eletrónico _eequidade de benefícios _fThiago Machado Delabary |
||
| 210 |
_aPorto _c[s.n.] _d2020 |
||
| 215 |
_a1 CD-ROM _d12 cm |
||
| 300 | _aDissertação de mestrado em Ciências Jurídico-Criminais, apresentada à Faculdade de Direito da Universidade do Porto, sob orientação de Sandra Oliveira e Silva. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 1,02 MB em formato PDF (100 p.). | ||
| 330 | _aAs transformações ocasionadas pelo crescimento das organizações criminosas impulsionaram o uso da colaboração premiada como instrumento da persecução penal. No Brasil, embora presente há algumas décadas, foi o advento da Lei nº 12.850/13, com sua redação analítica, e a subsequente eclosão da assim denominada “Operação Lava Jato” que alavancaram o emprego do instituto, atestando sua vocação à resolução de casos relacionados à corrupção e afins. Mas essa aptidão funcional não eximiu a colaboração premiada de inquietações vertidas na doutrina e jurisprudência, cujo enfrentamento, em variados aspectos, contribuiu para a sedimentação da identidade desse mecanismo colaborativo. O presente estudo se debruça sobre alguns traços identitários da colaboração premiada, como teleologia e compatibilidade constitucional, atentando à distinção entre outros instrumentos análogos - aí incluídos os que vigoram em Portugal -, passando pela diferenciação entre os atributos efetividade e eficácia, conceitos indispensáveis à problemática que envolve o equilíbrio entre proveito resultante da colaboração premiada à persecução penal e a consequente concessão de benefícios ao agente colaborador. | ||
| 606 |
_aORGANIZAÇÃO CRIMINOSA _9251412 |
||
| 606 |
_aDELAÇÃO PREMIADA _9144376 |
||
| 606 |
_aTESE _9334284 |
||
| 606 |
_aBRASIL _9331399 |
||
| 700 |
_aDELABARY _bThiago Machado _9359348 |
||
| 955 | _xOferta | ||