000 02968nam a2200253 4500
001 396111
090 _a396111
100 _a20210323d2020 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aDeclarações para memória futura
_bRecurso eletrónico
_equestões controvertidas no ordenamento jurídico português
_fPedro Daniel Dias Vieira
210 _aCoimbra
_c[s.n.]
_d2020
215 _a1 CD-ROM
_d12 cm
300 _aDissertação de mestrado em Ciências Jurídico-Forenses, no ramo de Direito Processual Penal, apresentada à Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, tendo como orientador Nuno Fernando Rocha Almeida Brandão. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 988 KB em formato PDF (54 p.).
330 _aA presente dissertação será centrada no instituto das declarações para memória futura. Neste sentido, importa realçar que as declarações para memória futura são um meio de produção antecipada de prova utilizado no processo penal. Assim sendo, começaremos por fazer uma contextualização do instituto e a forma como se processa, abrangendo os diversos estádios em que estas se realizam. Deste modo, após uma breve exposição da evolução do regime das declarações para memória futura, esclareceremos quais os fundamentos para que estas possam ocorrer no âmbito de um processo criminal. Desta forma, levantaremos questões que a nosso ver não estão totalmente resolvidas, e faremos uma análise de temáticas relativas às declarações para memória futura que têm suscitado uma maior divisão ou controvérsia no ordenamento jurídico português. Imprescindível será o estudo das diferentes posições jurisprudenciais e doutrinais, de modo a que a exposição dos temas abranja as várias perspetivas, e também para que as conclusões assumidas ao longo do trabalho possuam a melhor fundamentação possível. Neste âmbito, estudaremos também sugestões de alteração legislativa que se têm levantado nos últimos anos, e após a devida análise, concluiremos em conformidade com aquilo que achamos ser a melhor solução. Por último, é, a nosso ver, importante mostrar que nem tudo se tem processado da melhor forma a nível processual no âmbito das declarações para memória futura. Tendo em conta os intuitos com que foi criado este instituto, deixaremos a reflexão de se não seria possível melhorar a dinâmica e a comunicação entre os órgãos que conduzem e concretizam o processo penal, de modo a que se cumpra com as finalidades que, a início, funcionaram como mote para a implementação das declarações para memória futura.
606 _aDECLARAÇÃO PARA MEMÓRIA FUTURA
_980493
606 _aPROVA
_9233195
606 _aPROCESSO PENAL
_9225107
606 _aDOUTRINA JURÍDICA
_9320978
606 _aTESE
_9334284
700 _aVIEIRA
_bPedro Daniel Dias
_9349751
955 _xOferta