| 000 | 02858nam a2200253 4500 | ||
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| 001 | 396086 | ||
| 090 | _a396086 | ||
| 100 | _a20210304d2020 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aAlucinogénios clássicos _bRecurso eletrónico _euma outra perspetiva _eexperiência profissionalizante na vertente de farmácia comunitária e investigação _fAna Sofia Dinis Vargas |
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| 210 |
_aCovilhã _c[s.n.] _d2020 |
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| 215 |
_a1 CD-ROM _d12 cm |
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| 300 | _aDissertação para obtenção do grau de Mestre em Ciências Farmacêuticas, apresentada à Universidade da Beira Interior, tendo como orientadora Maria Eugenia Gallardo Alba e co-orientadores Ângelo Filipe Santos Luís e Mário Jorge Dinis Barroso. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 1,51 MB em formato PDF (103 p.). | ||
| 330 | _aEsta dissertação encontra-se dividida em dois capítulos, sendo o primeiro respeitante à componente de investigação e o segundo respeitante à experiência profissionalizante em farmácia comunitária. O capítulo I concretiza uma abordagem psicofarmacológica dos alucinogénios clássicos, com foco nos seus potenciais efeitos terapêuticos. Um alucinogénio carateriza-se por, após administração de uma dose única, produzir alterações no pensamento, no estado de espírito e na perceção, com poucas afetações da memória, produzir narcose (sonolência, com perda de sensibilidade geral ou local), ou estimulação excessiva. Os alucinogénios clássicos definem-se por exercerem agonismo dos recetores de serotonina (5-HT), particularmente dos recetores do tipo 5-HT(2A). Atualmente, os alucinogénios clássicos estão cada vez mais a ser estudados no âmbito da saúde mental. Embora ainda não existam alucinogénios clássicos aprovados para o tratamento de doenças psiquiátricas, perspetiva-se uma mudança de paradigma. De um total de 59 inquiridos, 32% dos profissionais de saúde argumentou que estas substâncias podem vir a desempenhar um papel preponderante em psiquiatria, enquanto 44% dos profissionais não acreditam que esta seja uma opinião viável. Os restantes 24% não tiveram qualquer opinião sobre o assunto. O capítulo II é respeitante ao estágio feito em farmácia comunitária, durante a fase inicial da pandemia de Coronavirus disease 19. A farmácia comunitária constitui, por si, um dos pontos iniciais e mais habituais de contato entre os doentes e os sistemas de saúde. No entanto, no contexto de uma pandemia global, torna-se fulcral no apoio às populações. | ||
| 606 |
_aTOXICOLOGIA _9263124 |
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| 606 |
_aFARMACOLOGIA _9228615 |
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| 606 |
_aESTADO DE EMERGÊNCIA _9233863 |
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| 606 |
_aTERAPÊUTICA _9106529 |
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| 606 |
_aTESE _9334284 |
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| 700 |
_aVARGAS _bAna Sofia Dinis _9359325 |
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| 955 | _xOferta | ||