000 02908nam a2200253 4500
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090 _a396069
100 _a20210218d2018 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aUm estudo sobre psicopatia, reincidência e violência criminal
_bRecurso eletrónico
_fEduarda Sofia Reis da Silva
210 _aPorto
_c[s.n.]
_d2018
215 _a1 CD-ROM
_d12 cm
300 _aDissertação apresentada no Mestrado Integrado em Psicologia, à Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto, tendo como orientador Fernando Barbosa. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 932 KB em formato PDF (34 p.).
330 _aO presente estudo explora a relação entre a psicopatia, reincidência e violência criminal. A psicopatia foi conceptualizada em psicopatia primária e secundária, tendo sido medida neste estudo através do LSRPS, assim como os traços da personalidade psicopática segundo a conceptualização triárquica de Patrick (2009), medidos através do TriPM. Ambos os testes foram aplicados a uma amostra de 52 reclusos no Estabelecimento Prisional do Porto, do sexo masculino e com idades compreendidas entre os 24 e os 60 anos de idade. Para avaliação da reincidência criminal foram contabilizados o número de condenações de cada participante e para avaliação da violência foi aplicada a escala de avaliação da gravidade criminal do código penal do Minnesota aos crimes cometidos pelos participantes. Através de vários modelos de regressão linear múltipla investigou-se se a psicopatia primária ou secundária, assim como os traços de personalidade subjacentes (ousadia, crueldade e desinibição) seriam capazes de prever o índice de reincidência e/ou de violência criminal. Os resultados demonstraram que a única variável preditora da violência criminal é a crueldade, estando ambas as variáveis negativamente correlacionadas. Não se verificaram resultados significativos nos restantes testes efetuados. Análises suplementares evidenciaram que as variáveis demográficas Idade e Estado Civil (enquanto medida de proximidade das relações de intimidade) eram significativamente preditoras da reincidência, assim como a variável Estado Civil da violência criminal. As implicações do estudo referem que a desejabilidade social seja um dos fenómenos explicativos dos resultados obtidos (e.g. menor crueldade, maior a violência) e na falha pela recolha de variáveis clínicas e de histórico familiar dos reclusos, podendo gerar enviesamento.
606 _aPSICOLOGIA CRIMINAL
_9225033
606 _aPERFIL PSICOLÓGICO
_9320881
606 _aPERSONALIDADE CRIMINAL
_9244596
606 _aCOMPORTAMENTO DESVIANTE
_9321365
606 _aTESE
_9334284
700 _aSILVA
_bEduarda Sofia Reis da
_9305403
955 _xOferta