000 02928nam a2200265 4500
001 396039
090 _a396039
100 _a20210125d2018 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aA prova incriminatória
_bRecurso eletrónico
_ereflexões pelo olhar dos reclusos
_fAna Daniela Rodrigues Martins
210 _aMaia
_c[s.n.]
_d2018
215 _a1 CD-ROM
_d12 cm
300 _aDissertação de Mestrado em Criminologia especialização em Polícia, Prevenção e Segurança, apresentada ao Instituto Universitário da Maia, tendo como orientadora Susana Maria Serrão Carinhas S. Costa Pires Marques. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 631 KB em formato PDF (60 p.).
330 _aEsta dissertação foi elaborada na perspetiva de dar um contributo inovador para a compreensão das estratégias adotadas pelos indivíduos na cena do crime. Para isto, foi tida como de máxima importância a visão e as reflexões dos reclusos sobre o tema. Assim, esta dissertação tem como principal objetivo analisar a perspetiva dos reclusos relativamente à prova. Isto é, perceber a perceção dos reclusos face às provas recolhidas que os levou à condenação: a forma como pensam o crime e como atuam no local. Para além de responder ao objetivo principal, esta dissertação pretende, também, reunir e explicar de forma sucinta a matéria relativa à Prova no Sistema Judicial Português, uma vez que em termos de literatura se afigura difícil encontrar obras que se debrucem sobre este assunto. Pretende-se que seja, assim, um contributo para uma melhor compreensão sobre este tema e despertar um maior interesse nesta área específica que tão importante é para o sistema judicial e forense e para a Criminologia. Consequentemente espera-se poder contribuir para o desenvolvimento de novas perspetivas acerca da abordagem ao local do crime. Tendo em conta o objeto de estudo, afigurou-se necessário realizar entrevistas aos reclusos. Foi utilizada uma metodologia qualitativa, usando a análise de conteúdo para a análise das entrevistas realizadas. Conclui-se que o modus operandi dos reclusos não foi influenciado pelo facto de já terem estado presos anteriormente, mas que recorrem a estratégias para evitar deixar vestígios na cena de crime. Estas estratégias foram aprendidas com a televisão, a prisão e a internet. Os reclusos revelaram ao longo do seu discurso ter conhecimentos acerca de quais são as provas que podem ser recolhidas numa cena de crime e que têm de evitar para não serem identificados.
606 _aPRESO
_9243028
606 _aRECOLHA DA PROVA
_9322094
606 _aLOCAL DO CRIME
_935217
606 _aSISTEMA JUDICIÁRIO
_9321006
606 _aESTUDO DE CASOS
_9322367
606 _aTESE
_9334284
700 _aMARTINS
_bAna Daniela Rodrigues
_9359288
955 _xOferta