| 000 | 03798nam a2200277 4500 | ||
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| 001 | 396030 | ||
| 090 | _a396030 | ||
| 100 | _a20210120d2015 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aImigração, "crimigração" e crime violento _bRecurso eletrónico _eos reclusos condenados e as representações sobre imigração e crime _fMaria João Ferreira Duarte da Guia |
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| 210 |
_aCoimbra _c[s.n.] _d2015 |
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| 215 |
_a1 CD-ROM _d12 cm |
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| 300 | _aTese de doutoramento em Direito, Justiça e Cidadania no Século XXI, apresentada à Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, tendo como orientadores João António Fernandes Pedroso e António Casimiro Ferreira. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 33,6 MB em formato PDF (633 p.). | ||
| 330 | _aAs migrações, sendo movimentos de pessoas que se deslocam em determinada altura no tempo, procurando outros destinos, implicam alterações sociais, culturais e comportamentais e envolvem a transposição das heranças histórico-culturais dos migrantes para as sociedades dos países de acolhimento. Em Portugal, a imigração tornou-se mais visível a partir do início do século XXI, com os programas de regularização extraordinária de estrangeiros. Em outros países, de maior tradição migratória, e em que os estudos sobre imigração e crime trouxeram visões antagónicas sobre uma eventual correlação entre ambas variáveis, foram implementadas políticas que restringiram o acesso dos migrantes a direitos de cidadania. O exemplo mais paradigmático vem dos EUA, onde foram implementadas as políticas públicas da ‘Crimigração’, que fizeram convergir a aplicação do Direito Criminal e da Lei de Imigração ao serviço da exclusão dos imigrantes, quer através da segregação pela sua condenação e reclusão, quer pelo afastamento dos indivíduos daquele país. Procurei verificar a existência de políticas e práticas crimigratórias em Portugal, tendo verificado, pelo contrário, que Portugal se destaca como um dos países com mais medidas de integração de imigrantes, constatando-se apenas uma prática policial atenta e seletiva e uma prática judicial de uma maior aplicação de prisão preventiva, bem como de condenação a pena de prisão, a indivíduos não nacionais, o que contribui para o sobrerepresentação dos mesmos nas estatísticas da justiça. Nesse contexto, analiso o crime violento em Portugal, estabelecendo os crimes de homicídio, roubo, ofensas à integridade física e violação como objeto de investigação, procurando através das variáveis dos reclusos condenados em Portugal, entre os anos de 2002 e de 2011, encontrar dados que evidenciem a intervenção de quatro grupos de indivíduos não nacionais na prática destes quatro crimes: os imigrantes, os circulantes de países terceiros, os euromigrantes e os visitantes de países da UE. O estudo efetuado não comprova nenhuma relação entre imigração e crime violento, à exceção do crime de roubo, em que existe uma crescente sobrerrepresentação de indivíduos não nacionais. Concluo o estudo através da análise das representações dos discursos dos atores institucionais, ativistas das ONGs, e dos relatórios de segurança interna do Estado, de modo a analisar o fundamento dos crimes violentos terem sido, nos últimos anos, indevidamente associados aos imigrantes. | ||
| 606 |
_aCRIME VIOLENTO _9321190 |
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| 606 |
_aMIGRAÇÃO _9231034 |
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| 606 |
_aPRESO _9243028 |
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| 606 |
_aPOLÍTICA CRIMINAL _9231088 |
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| 606 |
_aTESE _9334284 |
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| 606 |
_aIMIGRAÇÃO _93839 |
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| 700 |
_aGUIA _bMaria João Ferreira Duarte da _9332413 |
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| 955 | _xOferta | ||