| 000 | 02884nam a2200289 4500 | ||
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| 001 | 396019 | ||
| 090 | _a396019 | ||
| 100 | _a20210113d2020 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aRespostas ao tráfico humano para fins de exploração sexual em origem [Documento eletrónico] _ea realidade brasileira _fUli Melo Pontes |
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| 210 |
_aPorto _c[s.n.] _d2020 |
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| 215 |
_a1 CD-ROM _d12 cm |
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| 300 | _aDissertação para a obtenção do grau de Mestre, apresentada à Faculdade de Direito da Universidade do Porto, tendo como orientador Jorge Gracia Ibáñez e co-orientadora Maria Alexandra Gomes Machado Leandro. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 811 KB em formato PDF (105 p.). | ||
| 330 | _aA presente dissertação pretende, através de uma análise qualitativa, perceber de que forma o Brasil, enquanto país de origem, operacionaliza a luta contra o tráfico humano para fins de exploração sexual através das suas instituições governamentais e não governamentais, nos eixos da prevenção, da repressão e da atenção à vítima. Percebeu-se o apoio internacional no desenvolvimento das atividades dos membros da amostra, especialmente quanto ao Protocolo de Palermo. Instrumentos nacionais como a Lei n.º 13.344/2016, a qual ampliou o conceito do tráfico humano no Brasil, e o III Plano de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas do Ministério da Justiça e Segurança Pública do Governo Federal, funcionam como apoio no combate ao nível nacional. No âmbito internacional e nacional, o país, nomeadamente as instituições da área social, jurídica, criminal e política, desempenham um papel positivo, e as cooperações nacionais e internacionais funcionam como apoio para a maioria das atividades. Constatadas algumas dificuldades e limitações no desenvolvimento das atividades pelos entrevistados, considera-se que o Governo Federal deve promover, de forma contínua, políticas públicas mais articuladas e deve fornecer mais condições, e mais possibilidades de parceria, às organizações, inclusive à Sociedade Civil. Discutir-se-ão os resultados obtidos, tentando-se avançar com sugestões para a explicação dos mesmos, assim como identificar as necessidades de intervenção, no longo prazo. Além disso, por conta da pandemia do novo coronavírus (COVID-19), a fim de amenizar as consequências duradouras às vítimas e grupos vulneráveis, o tema urge para pesquisas futuras. | ||
| 606 |
_aTRÁFICO DE PESSOAS _9264139 |
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| 606 |
_aCRIME SEXUAL _9242574 |
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| 606 |
_aPROSTITUIÇÃO _9226370 |
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| 606 |
_aMIGRAÇÃO _9231034 |
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| 606 |
_aAJUDA ÀS VÍTIMAS _94774 |
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| 606 |
_aPOLÍTICA CRIMINAL _9231088 |
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| 606 |
_aTESE _9334284 |
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| 606 |
_aBRASIL _9331399 |
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| 700 |
_aPONTES _bUli Melo _9359273 |
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| 955 | _xOferta | ||