| 000 | 03318nam a2200289 4500 | ||
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| 001 | 395952 | ||
| 090 | _a395952 | ||
| 100 | _a20201116d2020 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aO papel das agências FRONTEX e EUROPOL no(s) Mediterrâneo(s) _bRecurso eletrónico _egestão dos fluxos migratórios e dos riscos associados no contexto político da União Europeia (2009/2019) _fFernando Jorge Gomes Candeias |
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| 210 |
_aLisboa _c[s.n.] _d2020 |
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| 215 |
_a1 CD-ROM _d12 cm |
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| 300 | _aDissertação de Mestrado em Ciência Política e Relações Internacionais, área de especialização em Relações Internacionais, apresentado à Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de LIsboa, tendo como orientadoras Teresa Rodrigues e Susana Ferreira. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 1,18 MB em formato PDF (113 p.). | ||
| 330 | _aAs migrações enquanto movimento global de pessoas envolvidas no processo complexo de transposição de fronteiras, constituem um paradigma comum aos diferentes vetores num quadro alargado de segurança em matéria de políticas comunitárias. Em particular, as assimetrias resultantes da escassez de recursos em determinadas regiões, por contraposição à insuficiência de meios humanos em quadrantes com elevado desenvolvimento económico, tal como as dinâmicas da(s) guerra(s) e dos conflitos potenciam essa difícil relação mobilidade vs segurança. Nesse sentido, a gestão dos fluxos migratórios num vasto espaço delimitado pelo Atlântico, Norte de África, Mediterrâneo, Balcãs e fronteiras a Norte compreende diferentes mecanismos de cooperação para lidar com as pressões migratórias e os riscos associados a esses contextos de exceção. No que respeita a ameaças criminais especificas de elevado impacto social e político, como o terrorismo, o tráfico de seres humanos, o auxílio à imigração ilegal e o carácter organizado desses fenómenos, destaca-se o papel das agências europeias, Frontex e Europol. Para além dos discursos e perceções associados, indaga-se a capacidade efetiva dos Estados para fazerem face a eventuais défices de direitos humanos e a controvérsia que envolve eventuais vítimas de crises humanitárias, que, em cenários de emergente subsistência e segurança, ao recorrerem ao designado Espaço de Liberdade, Segurança e Justiça, vivem num cenário coercivo de políticas de admissão e integração, inseridas no vasto acervo legislativo e securitário da União Europeia. Na caracterização das dinâmicas migratórias, da atuação das referidas agências e comparação dos ciclos plurianuais que identificam prioridades em matéria de ameaça criminal grave e organizada, exploram-se eventuais desfasamentos, excessos do aparato de segurança envolvido e uma eventual transformação política comunitária. | ||
| 606 |
_aMIGRAÇÃO _9231034 |
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| 606 |
_aCONTROLO FRONTEIRIÇO _9340799 |
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| 606 |
_aSEGURANÇA EUROPEIA _9246389 |
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| 606 |
_aPOLÍTICA COMUNITÁRIA _9232791 |
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| 606 |
_aEUROPOL _9103050 |
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_aFRONTEX _9359221 |
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| 606 |
_aTESE _9334284 |
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| 606 |
_aDIREITOS FUNDAMENTAIS _9529 |
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| 700 |
_aCANDEIAS _bFernando Jorge Gomes _9359222 |
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| 955 | _xOferta | ||