000 02142nam a2200241 4500
001 395779
090 _a395779
100 _a20200623d2016 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aBurlas informáticas
_bRecurso eletrónico
_emodos de manifestação
_fAna Helena França Azevedo
210 _a[Braga]
_c[s.n.]
_d2016
215 _a1 CD-ROM
_d12 cm
300 _aTese de Mestrado em Direito e Informática, apresentada à Universidade do Minho, tendo como orientadores Fernando Eduardo Batista Conde Monteiro e Victor Francisco Mendes de Freitas Gomes da Fonte. Ficheiro de 3,66 MB em formato PDF (124 p.). Resumo inserto na publicação.
330 _aAs burlas sempre existiram porém assumem, neste contexto, mecanismos diferentes aos utilizados pela via tradicional. A difusão das novas tecnologias da comunicação intensificou a prática de «novos crimes» que, pela sua gravidade, constituem uma agressão para determinados valores sociais e juridicamente relevantes. Fenómeno de neocriminalização, o tipo legal de crime de burla informática, prenunciado no artigo 221.º do C.P., tem vindo a avultar-se enquanto uma nova forma de agressão ao património, através da utilização de meios informáticos. A especificação dos meios utilizados carece de algumas observações. Afigura-se um crime complexo e dissimulado nas mais diversas práticas informáticas. Hodiernamente, a possibilidade de revermos o crime de burla informática nas mais variadas técnicas informáticas é motivo bastante para nos debruçarmos sobre alguns mecanismos conducentes às mesmas. Essa via possibilita a reunião de elucidações que coadjuvam na consciencialização dos juristas, dos magistrados e que serão favoráveis para servir de melhor modo a justiça Portuguesa e ajudar os tribunais à melhor aplicação do direito.
606 _aBURLA
_9248302
606 _aCRIME INFORMÁTICO
_9301395
606 _aINFORMÁTICA FORENSE
_9326850
606 _aTESE
_9334284
700 _aAZEVEDO
_bAna Helena França
_9359097
955 _xOferta