000 02708nam a2200241 4500
001 395748
090 _a395748
100 _a20200429d2018 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aAvaliação da capacidade dos órgãos polícia criminal em detetar a mentira
_bRecurso eletrónico
_fNuno Manuel Dias Nunes da Franca Oliveira
210 _aLisboa
_c[s.n.]
_d2018
215 _a1 CD-ROM
_d12 cm
300 _aDissertação de Mestrado em Ciências Policiais, com especialização em Criminologia e Investigação Criminal, no Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna, tendo como orientador Carlos Alberto Martins da Silva Poiares. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 1,96 MB em formato PDF (152 p.).
330 _aA principal pretensão deste trabalho reside na avaliação da capacidade dos órgãos de polícia criminal (OPC) em detetar a mentira. Traçaram-se, ademais, outros objetivos, como a procura de correlações entre fatores demográficos - como o sexo, escolaridade, experiência e confiança - e a precisão na deteção da mentira. A resposta aos objetivos suprarreferidos foi possível através dos saberes da disciplina da Psicologia do Testemunho, que se verificaram vitais à realização da presente dissertação. Tendo por base os processos psicológicos básicos; sensação, a atenção, a perceção e a memória; a Psicologia do Testemunho analisa a discursividade; comunicação verbal e não verbal; e, em consequência desta, a credibilidade e fiabilidade dos depoimentos prestados. Tendo como sustentáculo esta ciência, criámos uma metodologia que nos permitisse averiguar os propósitos mencionados no parágrafo anterior. Editámos e elaboramos, deste modo, dois vídeos correspondentes a dois testemunhos - um fabricado e um genuíno - sendo que estes dois vídeos foram posteriormente visualizados e avaliados pelos nossos grupos amostrais – OPC e Civis. A capacidade dos OPC (n=22) em detetar a mentira verificou-se, efetivamente, superior à dos Civis (n=20), tendo os OPC atingindo uma precisão de 43.94% (SD=0.33) enquanto os Civis se ficaram pelos 26.67% (SD=0.23), t=2.44, p=0.023, 95%. No que diz respeito aos restantes objetivos traçados, não verificámos a existência de qualquer relação significativa entre os fatores demográficos da amostra e a sua precisão na deteção da mentira.
606 _aPSICOLOGIA DO TESTEMUNHO
_9323774
606 _aANÁLISE PSICOLÓGICA
_9323418
606 _aMETODOLOGIAS
_9341295
606 _aTESE
_9334284
700 _aOLIVEIRA
_bNuno Manuel Dias da Franca
_9255369
955 _xOferta