000 03114nam a2200253 4500
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090 _a395589
100 _a20191024d2014 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aO papel dos Serviços de Informações no combate ao ciberterrorismo
_bRecurso eletrónico
_eo caso português
_fSandra Núria Basto Perez do Amaral
210 _aLisboa
_c[s.n.]
_d2014
215 _a1 CD-ROM
_d12 cm
300 _aDissertação para obtenção do grau de Mestre em Guerra da Informação, submetida ao Departamento de Estudos Pós-graduados da Academia Militar, tendo como orientador Proença Garcia e co-orientador Fernando Freire. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 1,40 MB em formato PDF (127 p.).
330 _aQuase sem nos apercebermos, a nossa vida em sociedade foi-se transferindo para um novo domínio, o ciberespaço, para onde também migraram todas essas estruturas que suportam o normal funcionamento dos Estados. À conta de um simples clique, deparam-se-nos facilidades e rapidez na resolução de situações e problemas do nosso quotidiano e no acesso à informação e ao conhecimento, abrindo-se novas oportunidades para o estabelecimento de novas relações interpessoais e de negócios. Estas facilidades e oportunidades que o ciberespaço proporciona, não distinguindo quem a ele acede, trouxeram infelizmente consigo riscos que comprometem não apenas a segurança de pessoas e bens, a economia dos países mas, por vezes, até as próprias seguranças nacional e internacional. São eles os cibercriminosos, os ciberterroristas, os ciberespiões, os ciberativistas e outros que utilizam igualmente o espaço cibernético para a prática de actos ilícitos e crimes. De entre todos, os ciberterroristas, pela sua conotação com a violência, com as suas gravosas consequências e com os sentimentos de medo e de angústia que se criam e que caracterizam os actos terroristas, são os que mais têm vindo a preocupar os Estados, levando a que estes tenham definido ou procurem definir as suas políticas estratégicas de cibersegurança, visando a prevenção e o combate ao ciberterrorismo e, bem assim, de outros ataques e crimes cibernéticos. Portugal encontra-se em fase de aprovação da sua Estratégia Nacional de Cibersegurança. Não revelando-se fácil a destrinça nos crimes praticados por terroristas no ciberespaço, como sendo um de ciberterrorismo ou apenas de um cibercrime, um papel importante na sua detecção / prevenção cabe à intelligence, ou seja, aos Serviços de Informações, uma estrutura que dispondo de competências, aptidões e de know how específicos, sabe que para se derrotar o inimigo há que primeiramente conhecê-lo e vigiar de perto os seus movimentos.
606 _aCIBERTERRORISMO
_9326719
606 _aSERVIÇO DE INFORMAÇÕES
_9326425
606 _aANÁLISE CRIMINAL
_9321724
606 _aINFORMAÇÃO CRIMINAL
_9321297
606 _aSEGURANÇA INTERNACIONAL
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606 _aTESE
_9334284
700 _aAMARAL
_bSandra Núria Basto Perez do
_9358992
955 _xOferta