000 02272nam a2200253 4500
001 395531
090 _a395531
100 _a20190718d2017 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aBiopreparação – Microrganismos passíveis de serem utilizados como armas biológicas
_bRecurso eletrónico
_fMelissa Micaela Amorim Sobral
210 _aLisboa
_c[s.n.]
_d2017
215 _a1 CD-ROM
_d12 cm
300 _aDissertação de Mestrado em Direito Forense, tendo como orientadora Maria João Simões. Ficheiro de 2,64 MB em formato PDF (94 p.).
330 _aA Biopreparação é tão antiga como a civilização humana, tendo sido cometida desde os tempos mais primórdios até aos mais recentes. Não lhe sendo atribuído o real potencial de ameaça, a Biopreparação tem sido durante séculos a arma ideal para um ataque, devido a ser facilmente praticada. As novas tecnologias, aliadas à engenharia genética, permitem a criação de novas espécies de agentes biológicos, ou a melhoria das espécies já existentes, tornando-os mais perigosos e temidos. O CDC agrupou os agentes biológicos em três categorias (A, B e C), de acordo com a sua perigosidade para a saúde pública e potencial uso. É na categoria A que se encontram os microrganismos mais perigosos, muitos deles utilizados, no passado, como armas biológicas. Um ataque bioterrorista traz enormes consequências para um país e para o mundo, consequências que, de uma forma geral, são semelhantes para todas as Armas de Destruição em Massa. Seja um ataque biológico, químico ou nuclear, as consequências financeiras e psicológicas conseguem abalar uma nação, provocando o medo e o terror na população. Em Portugal não há registos de ataques biológicos, no entanto existe a Diretiva Operacional Nacional Nº 3 – NRBQ que indica o modo de atuação em casos de Bioterrorismo, em solo português.
606 _aARMA BIOLÓGICA
_9344323
606 _aARMA DE DESTRUIÇÃO MACIÇA
_9343799
606 _aTERRORISMO INTERNACIONAL
_9226288
606 _aTESE
_9334284
700 _aSOBRAL
_bMelissa Micaela Amorim
_9358972
955 _xOferta