000 02325nam a2200301 4500
001 395525
090 _a395525
100 _a20190717d2018 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aInfiltração digital
_bRecurso eletrónico
_ea validade como meio de prova e os limites éticos do Estado-investigador
_fDiana Calazans Mann
210 _aLisboa
_c[s.n.]
_d2018
215 _a1 CD-ROM
_d12 cm
300 _aDissertação para obtenção do grau de Mestre em Ciências Policiais, com especialização em Criminologia e Investigação Criminal, no Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna, tendo como orientador Manuel Monteiro Guedes Valente. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 612 KB em formato PDF (85 p.).
330 _aO principal objetivo dessa dissertação de mestrado consiste em aprofundar os conhecimentos sobre a infiltração digital como meio de recolha de provas nos delitos cibernéticos. Para tanto, será feita uma comparação entre o instituto já consagrado da infiltração policial e o novo instituto infiltração digital, surgido com a massificação do uso da internet e em resposta a criminalidade informática com o propósito de construir uma definição da infiltração digital. Para diferenciar os dois institutos, algumas palavras são ditas sobre as figuras assemelhadas à figura do agente infiltrado. Os princípios constitucionais e supraconstitucionais aplicáveis ao processo penal são analisados visando a edificação de limitações ao Estado- Investigação na utilização da infiltração digital. Por fim, é feita menção aos regimes jurídicos do Brasil e Portugal, no sentido de verificar se possuem densidade normativa suficiente para regular a utilização da infiltração digital como método oculto de investigação.
606 _aCRIME INFORMÁTICO
_9301395
606 _aMEIO DE PROVA
_9243746
606 _aPROVA DIGITAL
_9303222
606 _aDIREITO COMPARADO
_9224769
606 _aTESE
_9334284
606 _aBRASIL
_9331399
700 _aMANN
_bDiana Calazans
_9358967
955 _xOferta