000 03107nam a2200265 4500
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090 _a395405
100 _a20190214d2018 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aA comunidade de intelligence contraterrorista da União Europeia
_bRecurso eletrónico
_eevolução e desafios face à perspetiva do Brexit
_fCristiana Ferreira Cruz
210 _aBraga
_c[s.n.]
_d2018
215 _a1 CD-ROM
_d12 cm
300 _aDissertação de Mestrado em Relações Internacionais da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho, tendo como orientadora Laura Cristina Ferreira-Pereira e coorientadora Alena Vysotkaya Guedes Vieira. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 3,22 MB em formato PDF (209 p.).
330 _aNos últimos anos, os países da União Europeia têm sido alvo de uma onda de ataques terroristas levados a cabo por afiliados ao Daesh. Não raras vezes, após a ocorrência destes atentados, são evidenciadas falhas na partilha de informações cruciais que possivelmente contribuiriam para a prevenção destes. A União Europeia, reconhecendo a importância da partilha de informações, tem vindo a construir ao longo do tempo uma comunidade de intelligence contraterrorista. Com a futura saída de um dos principais atores da comunidade de intelligence da UE, o Reino Unido, são vários os desafios colocados à resiliência desta comunidade. Como tal, o principal objetivo desta investigação é perceber a evolução da comunidade de intelligence contraterrorista da União Europeia e os desafios que esta enfrenta face à perspetiva do Brexit. Tendo como base o método de process-tracing, arguimos que a comunidade de intelligence contraterrorista da União Europeia foi construindo ao longo dos anos, e particularmente a partir do 11 de setembro de 2001, condições que permitem torná-la mais resiliente a ameaças de segurança, sendo este um processo em constante evolução. Contudo, os desafios apresentados pelo Brexit colocam a UE numa posição vulnerável. Uma vez que as negociações ainda se encontram a decorrer e com o recurso à metodologia de construção de cenários, identificamos dois cenários para a evolução da comunidade de intelligence contraterrorista da UE: a continuidade em termos de resiliência e a oportunidade para uma maior integração nas temáticas de partilha de informações. Não descartando um possível worst case scenario, cuja ocorrência nos afigura de reduzida probabilidade, consideramos que o cenário de continuidade terá maior probabilidade de se verificar, dada a urgente necessidade de colaboração nas matérias de terrorismo e intelligence e a controvérsia que o cenário de oportunidade implica.
606 _aTERRORISMO
_9410420
606 _aCOOPERAÇÃO POLICIAL UE
_9100772
606 _aINFORMAÇÃO CRIMINAL
_9321297
606 _aPOLÍTICA DE COOPERAÇÃO
_9273964
606 _aTESE
_9334284
606 _aUNIÃO EUROPEIA
_9224774
606 _aREINO UNIDO
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700 _aCRUZ
_bCristiana Ferreira
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955 _xOferta