| 000 | 03771nam a2200265 4500 | ||
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| 001 | 395285 | ||
| 090 | _a395285 | ||
| 100 | _a20181120d2015 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aCorreios de droga detidos em Portugal _bRecurso eletrónico _etrajetórias de vida e significados do crime _fJoana Labrincha Costa dos Santos |
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| 210 |
_aPorto _c[s.n.] _d2015 |
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| 215 |
_a1 CD-ROM _d12 cm |
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| 300 | _aTese apresentada à Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para obtenção do grau de Doutor em Ciências Sociais - Psicologia sob a orientação de Ana Sacau e coorientação de Raquel Matos. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 1,70 MB em formato PDF (192 p.). | ||
| 330 | _aA presente tese versa sobre as trajetórias de vida de homens detidos em Portugal que se constituíram como correios de droga no narcotráfico, procurando compreender em particular os significados que os mesmos atribuem ao crime nessas trajetórias. A literatura tem evidenciado o número crescente de correios de droga, justificando-se a realização de estudos empíricos para compreensão desta problemática. A nível teórico partimos de abordagens acerca das trajetórias de vida e envolvimento no crime em geral, para nos determos em particular sobre as trajetórias de vida de correios de droga. Foi desenvolvido um estudo qualitativo, que permitiu aceder às narrativas dos reclusos sobre o modo como o narcotráfico surge nas suas trajetórias de vida. Os dados foram recolhidos através da realização de entrevistas qualitativas aprofundadas a 24 correios de droga recluídos num estabelecimento prisional do Norte do país, a partir do guião de entrevista “Trajetórias de vida de correios de droga”, adaptado de um guião proposto de Matos, Machado, Barbosa e Salgueiro (2010). Posteriormente, as entrevistas foram transcritas e analisadas sob os pressupostos da “grounded analysis”, com recurso ao programa informático Nvivo10. A análise dos dados evidenciou, antes de mais, que estes homens iniciaram o crime de forma tardia, já na idade adulta. Evidenciou ainda a existência de três grupos que se distinguem pelos percursos de vida e significados atribuídos ao narcotráfico: dois grupos de homens que se constituíram como “mulas” e um terceiro grupo de reclusos que entraram no narcotráfico como “self-employed”. Relativamente aos “self-employed”, percebemos que se trata de homens que tendem a encarar o crime como um negócio, tendo interesses comerciais elevados e viajando com frequência. Quanto aos homens identificados como “mulas”, para alguns o envolvimento no narcotráfico esteve associado a pressão económica ou coação. A vulnerabilidade está presente no caso destes reclusos, sendo que tal vulnerabilidade está associada à vitimação decorrente do seu envolvimento no narcotráfico. A motivação esteve, nestes casos, associada à necessidade de satisfação e/ou proteção das famílias. Para outros reclusos que se constituíram como “mulas”, as motivações associaram-se sobretudo à intenção de melhorar o seu estilo de vida, não tendo sofrido vitimação no seu envolvimento no crime. Concluímos, por isso, que a designação “mulas” não pode ser assumida como categoria única e que o estatuto de “mulas” do narcotráfico não está inevitavelmente associado a vitimação. | ||
| 606 |
_aTRÁFICO DE DROGA _9238858 |
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| 606 |
_aCORREIO DE DROGA _9343872 |
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| 606 |
_aROTA DE DROGA _9343871 |
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| 606 |
_aDETIDO _9326042 |
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| 606 |
_aANÁLISE PSICOLÓGICA _9323418 |
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| 606 |
_aTESE _9334284 |
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| 700 |
_aSANTOS _bJoana Labrincha Costa dos _9358857 |
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| 955 | _xOferta | ||