| 000 | 04331nam a2200301 4500 | ||
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| 001 | 395059 | ||
| 090 | _a395059 | ||
| 100 | _a20180517d2016 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
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_aAnticristos superstars _bRecurso eletrónico _eo mito dos serial killers como anti-heróis numa sociedade de extremismos _fLuiz Alberto Brandão Moura |
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_aBraga _c[s.n.] _d2016 |
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| 215 |
_a1 CD-ROM _d12 cm |
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| 300 | _aTese de Mestrado apresentada ao Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho (Mestrado em Comunicação, Arte e Cultura), tendo como orientador Jean Martin Rabot. Ficheiro de 17,6 MB em formato PDF (150 p.). | ||
| 330 | _aEsta tese de investigação incide sobre questões sobre violência, repressão, mitologia, media e da relação com serial killers. Aqui, pretende-se tornar claro que o fenómeno dos assassinos em série não pode ser fixado na fantasia e no grotesco, sendo ele parte do Mal que esta mesma sociedade insiste em suprimir. O trabalho traz para o palco do "real" a discussão sobre a cobertura e identificação dos serial killers frente ao público. O outro objeto de estudo é o público tomando como “microscópio” o assassino em série para desmistificar e mostrar o lado sombrio do ser humano no dia a dia. E quais os efeitos e comportamentos causados pelo fascínio “repugnante” pelos serial killers. Análise dos textos e adaptação de conceitos para o território que esta tese visa estudar. Para isso, além das leituras e das reflexões de obras bibliográficas, serão produzidos também pensamentos em cima das mesmas, trazendo as ideias levantadas e propostas para o campo dos serial killers. A investigação procurará contextualizar a pesquisa em sites de internet e de matérias do jornal brasileiro Folha de São Paulo, mas de forma qualitativa. Isto porque o fio condutor dessa tese será o caso de Francisco de Assis Pereira, o Maníaco do Parque, o maior Serial Killer brasileiro e que, após extensa análise, considero um caso perfeito para se enquadrar em todos os conceitos que esta dissertação procurará abordar. Procura-se traçar um paralelo dessa situação com a maldade em estado puro e bruto representada pelos assassinos seriais e essa busca pela violência extrema que acontece a partir do momento que a “mola” que prende o nosso Mal interno arrebenta. Refletir sobre um conceito de uma nova violência e sobre as questões mais subjetivas que permeiam esse caso, como a seriação, e traçar paralelos entre esse conceito e o fascínio pela violência ritualizada praticada pelos assassinos em série. Questionar-se-á os motivos que levam as pessoas a se envolverem emocionalmente com esse tipo diferente de crime, que à primeira vista não possui significado, o que é desmentido. Pensar se vemos a violência a um novo nível ao ponto de precisarmos de motivos grotescos para expurgá-la. A metodologia teve como base a pesquisa bibliográfica, análise, comparação e sistematização dessas obras; a análise de casos veiculados pela Folha de São Paulo (num âmbito qualitativo) em especial da história do Maníaco do Parque, e também de sites na internet, filmes, músicas e literatura. Foi feita a análise das reportagens do ponto de vista do conteúdo, do tratamento espetacularizado, ingénuo, irresponsável em certos casos, na cobertura de crimes praticados pelos assassinos em série. Entende-se que, por se tratar de um tema que já por si só é demais subjetivo, não se pretende dar nenhum cunho científico (no sentido de matemática de análises) para o que estamos propondo. A metodologia incluiu ainda conversas informais com David Schmid, um dos maiores "experts" em Serial Killers do mundo, professor da Universidade de Buffalo, NY. | ||
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_aHOMICÍDIO EM SÉRIE _9140608 |
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| 606 |
_aPERFIL PSICOLÓGICO _9320881 |
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| 606 |
_aCOMPORTAMENTO DESVIANTE _9321365 |
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| 606 |
_aPSICOLOGIA CRIMINAL _9225033 |
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| 606 |
_aCRIME VIOLENTO _9321190 |
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| 606 |
_aOPINIÃO PÚBLICA _9234577 |
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| 606 |
_aMEIOS DE COMUNICAÇÃO DE MASSAS E O PÚBLICO _9344443 |
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| 606 |
_aTESE _9334284 |
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| 700 |
_aMOURA _bLuiz Alberto Brandão _9358751 |
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| 955 | _xOferta | ||