| 000 | 03998nam a2200265 4500 | ||
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| 001 | 394902 | ||
| 090 | _a394902 | ||
| 100 | _a20180202d2010 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aAnálise palinológica e mineralógica de solos portugueses e o seu potencial na prática forense _bRecurso eletrónico _fCatarina Isabel Carvalho dos Reis |
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| 210 |
_aLisboa _c[s.n.] _d2010 |
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| 215 |
_a1 CD-ROM _d12 cm |
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| 300 | _aDissertação apresentada para a obtenção do Grau de Mestre em Biologia no Curso de Mestrado em Biologia do Desenvolvimento, conferido pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, tendo como orientador Frederico Almada e co-orientadores Ana Mafalda Faria e Pedro Dinis. Ficheiro de 5,33 MB em formato PDF (259 p.). | ||
| 330 | _aO presente trabalho apresenta o estudo palinológico e mineralógico da camada superficial do solo, de dois Distritos de Portugal (Coimbra e Setúbal), com vista à determinação do potencial forense da utilização de amostras de solo, no que respeita à identificação do tipo de comunidade vegetal e material mineralógico da qual a amostra teve origem, que poderá ser utilizado para ligar pessoas e objectos ao local do crime. Para cumprir estes objectivos, foram recolhidas e estudadas amostras da camada superficial de solo, em locais com o mesmo tipo de comunidade vegetal (floresta mista) e diferente tipo de comunidade vegetal (dunas, matagal). Para o estudo polínico foram recolhidas 5 amostras de solo por local, totalizando 30 amostras, para o estudo da mineralogia foram recolhidas 2 amostras de solo por local, totalizando 12 amostras. Nas análises palinológicas das amostras identificaram-se 56 taxa sendo 5 de esporos, 2 de grãos de pólen de gimnospérmicas e 49 de grãos de pólen de angiospérmicas. Sempre que possível recorreu-se à caracterização das formas ao nível da espécie, contudo na maior parte dos casos a sua identificação foi feita ao nível do género. No que respeita ao estudo geológico foi realizada a análise granulométrica através da crivagem e por difracção a laser, originando como resultados a percentagem de minerais pesados contidos em cada amostra e a percentagem de minerais de fracção menor (argilas e siltes) e de fracção maior (areias, areão e seixo). A análise mineralógica foi efectuada através do estudo dos minerais por difracção de raios x em argilas, em lâminas glicoladas e pela fracção densa, resultando em valores quantitativos de minerais de quartzo, filossilicatos e feldspatos, em valores quantitativos e semi-quantitativos de minerais de ilite, moscovite, esmectite, clorite, interstratificados e caulinite e, por último, através do estudo da fracção densa, identificaram-se ao microscópio petrográfico, para cada amostra, os minerais pesados transparentes, num total de 12 tipos (alteritos, andaluzite, anfíbola, biotite, distena, epídoto, estaurolite, granada, moscovite, silimanite, turmalina e zircão). Por fim, contabilizaram-se os minerais opacos presentes em cada amostra. Os resultados obtidos sugerem que estes dois Distritos são extremamente díspares em termos palinológicos e mineralógicos, o que vem apoiar a ideia que numa cena de crime, o estudo do solo tem uma importância crucial, salientando assim o seu valor probatório e o seu potencial forense, sendo uma extraordinária ferramenta da investigação criminal, aliando pessoas aos locais do crime e/ou pessoas com pessoas, possibilitando assim, uma maior fiabilidade na caracterização do tipo de ambiente de onde uma amostra é originária. | ||
| 606 |
_aANÁLISE DO SOLO _9345745 |
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| 606 |
_aGEOLOGIA FORENSE _9345565 |
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| 606 |
_aMINERALOGIA _9101934 |
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| 606 |
_aCIÊNCIA FORENSE _9321508 |
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| 606 |
_aTESE _9334284 |
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| 606 |
_aREGIÃO DO CENTRO (PORTUGAL) _9119758 |
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| 606 |
_aLISBOA E VALE DO TEJO _922398 |
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| 700 |
_aREIS _bCatarina Isabel Carvalho dos _9358663 |
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| 955 | _xOferta | ||