000 02840nam a2200229 4500
001 394845
090 _a394845
100 _a20171215d2012 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aIncêndios e detidos por crime de incêndio florestal em Portugal
_bRecurso eletrónico
_fPatrícia Ribeiro Gomes
210 _aBraga
_c[s.n.]
_d2012
215 _a1 CD-ROM
_d12 cm
300 _aDissertação de Mestrado em Geografia, Especialização em Planeamento e Gestão do Território, do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho, tendo como orientador António Bento Gonçalves. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 5,11 MB em formato PDF (176 p.).
330 _aA investigação desenvolvida procura apresentar uma noção mais aprofundada sobre questões que se afirmam essenciais relativamente ao crime de incêndio florestal em Portugal. A investigação centrou-se no estudo dos incêndios florestais ocorridos em Portugal, sobretudo entre 2000 e 2010 e as respetivas causas como mote para uma posterior abordagem criminal. Compreender o fenómeno na tríade ocorrências, área ardida e detidos por crime de incêndio florestal afigurou-se pertinente. O tratamento de informação estatística e documental permitiu traçar o panorama geral dos incêndios florestais no país e compreender o contributo da ação humana. O elevado número de ocorrências e área ardida em Portugal deve-se em muito ao contexto de ocupação humana do espaço, pelas práticas tradicionais de uso do fogo, pelo abandono sucessivo dos espaços rurais e consequente acumulação de mato e ao crescimento florestal desordenado. Por seu turno, o espaço urbano em interface com o espaço rural cria uma dubialidade crescente, potenciando o risco. Sabendo que são as causas de origem humana que estão no começo da maioria dos fogos, é importante analisar o tema sob a perspetiva analítica do quem, onde e porquê, pois conhecer o comportamento humano é fundamental para prevenir e minimizar as consequências dos incêndios florestais. A imputação de responsabilidades de quem comete o crime de incêndio florestal é por vezes difícil, tanto mais na ausência de prova, sobretudo tratando este, de um crime de difícil constituição de prova, quer material quer testemunhal. Em termos gerais, pode dizer-se que a investigação de causa provável e investigação criminal do delito de incêndio florestal em Portugal carecem de maior atenção por parte das autoridades que, por tradição cultural e falta de meios negligenciam por vezes este delito face a outros.
606 _aFOGO FLORESTAL
_9343264
606 _aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL
_9229431
606 _aINCÊNDIO
_9243828
606 _aTESE
_9334284
700 _aGOMES
_bPatrícia Ribeiro
_9358623
955 _xOferta