000 01994nam a2200241 4500
001 394806
090 _a394806
100 _a20171127d2017 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aO confisco alargado no ordenamento jurídico português
_bRecurso eletrónico
_fManuel Picão Minas
210 _aLisboa
_c[s.n.]
_d2017
215 _a1 CD-ROM
_d12 cm
300 _aDissertação de Mestrado em Direito Forense, apresentada à Universidade Católica Portuguesa, tendo como orientador Germano Marques da Silva. Ficheiro de 750 KB em formato PDF (50 p.).
330 _a1. Considerações iniciais. 2. Introdução à figura do confisco. 3. Questões actuais: a necessidade de eliminar o lucro dos crimes e o problema da prova diabólica. 4. Medidas de combate ao património ilícito. 5. O confisco alargado na Lei n.º 5/2002, de 11 de Janeiro. 5.1. A introdução da figura do confisco alargado na ordem jurídica portuguesa. 5.2. Presunção de ilicitude. 5.3. Ilação da presunção de ilicitude. 5.4. Bens sujeitos ao confisco. 5.5. O processo de confisco alargado. 6. Pressupostos da inversão do ónus da prova. 7. Natureza jurídica do confisco alargado. 8. Dignidade constitucional do confisco alargado. 8.1 A relação entre o confisco alargado e os princípios Constitucionais. 8.2 Princípio da presunção da inocência. 8.2.1. Presunção de inocência na vertente subjectiva. 8.2.2. Presunção de inocência na vertente objectiva. 8.3 Princípio da culpa. 8.4 Direito ao silêncio. 8.5 Direito à propriedade. 8.6 Princípio da independência judicial e da separação de poderes. 9. Legitimação do regime de confisco. 10. Considerações finais. 11. Bibliografia.
606 _aCONFISCO DE BENS
_9343269
606 _aRECUPERAÇÃO DE ACTIVOS
_920358
606 _aÓNUS DA PROVA
_9233666
606 _aDIREITO PENAL
_9224698
606 _aTESE
_9334284
700 _aMINAS
_bManuel Picão
_9232021
955 _xOferta