| 000 | 02886nam a2200265 4500 | ||
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| 001 | 394750 | ||
| 090 | _a394750 | ||
| 100 | _a20171026d2015 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aDeteção da mentira _bRecurso eletrónico _eestudos exploratórios de um procedimento avaliativo _fRute Jaqueline Pereira Gomes |
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| 210 |
_aCoimbra _c[s.n.] _d2015 |
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| 215 |
_a1 CD-ROM _d12 cm |
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| 300 | _aDissertação de Mestrado em Psicologia Clínica e da Saúde – Subárea de especialização em Psicologia Forense, apresentada à Universidade de Coimbra, Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, tendo como orientador Rui Paixão. Ficheiro de 1 MB em formato PDF (69 p.). Resumo inserto na publicação. | ||
| 330 | _aA mentira é um tema crucial da área forense e que carece de pesquisas eficazes para a aplicação em contextos práticos. Sabe-se que o insucesso na deteção de uma mentira tanto pode culpar inocentes, como não descobrir os culpados. O trabalho aqui exposto tem como principal objetivo a procura de um método eficaz para a distinção entre relatos verdadeiros e falsos. Este método baseia-se num modelo de carga cognitiva e foi aplicado a um setting experimental no qual os 15 participantes tiveram de relatar as suas atividades do dia anterior à entrevista. Estes foram distribuídos por três condições experimentais: os honestos que conheceram o intervalo do roubo, os honestos que não usufruíram dessa informação e os mentirosos que conheceram o intervalo crítico em análise. Todos os participantes foram sujeitos a uma entrevista presencial. Depois disso, foram avaliados em tarefas de teste e reteste em formato digital. Os resultados sugerem que a teoria do conhecimento culpado permitiu distinguir com sucesso os sujeitos que tiveram o conhecimento da hora do roubo, daqueles que não tiveram essa informação. Por outro lado, os mentirosos mantiveram um comportamento regular, não tendo sido identificados como tal na análise dos diversos indicadores. Os honestos que tiveram a informação do intervalo crítico revelaram-se mais motivados para defender o seu relato. Os honestos que não conheceram o intervalo do roubo manifestaram um comportamento mais irregular, podendo ter sido os que sentiram maior carga cognitiva. Portanto, o método mais eficaz baseia-se na definição do comportamento típico de cada sujeito e na análise a eventuais desvios desse comportamento em momentos distintos. | ||
| 606 |
_aPSICOLOGIA CRIMINAL _9225033 |
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| 606 |
_aDEPOIMENTO _9318693 |
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| 606 |
_aTÉCNICAS DE ENTREVISTA _9326570 |
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| 606 |
_aPSICOLOGIA DO TESTEMUNHO _9323774 |
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| 606 |
_aINTERROGATÓRIO POLICIAL _9272484 |
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| 606 |
_aTESE _9334284 |
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| 700 |
_aGOMES _bRute Jaqueline Pereira _9358557 |
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| 955 | _xOferta | ||