| 000 | 02952nam a2200289 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 394729 | ||
| 090 | _a394729 | ||
| 100 | _a20171011d2016 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aAnálise forense de aerossóis de defesa pessoal em Portugal _bRecurso eletrónico _fVera Mónica Pereira Landim |
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| 210 |
_aTomar _c[s.n.] _d2016 |
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| 215 |
_a1 CD-ROM _d12 cm |
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| 300 | _aRelatório de Estágio apresentado ao Instituto Politécnico de Tomar para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Tecnologia Química, tendo como orientadores Isabel Nogueira, Ana Cristina Assis. Ficheiro de 1,74 MB em formato PDF (128 p.). Resumo inserto na publicação. | ||
| 330 | _aAos aerossóis usados em Portugal e analisados nos Laboratórios de Polícia Científica (LPC) da Polícia Judiciária (PJ) de Lisboa foi realizado um estudo estatístico que abrangeu diversas variáveis. Para este estudo foram valorizados: o número de exames periciais realizados, o número de aerossóis analisados, o número de substâncias (agentes ativos) identificadas, bem como a distribuição geográfica de acordo com a proveniência do pedido de exame entre os anos de 2010 e 2015. A identificação do agente ativo existente na amostra é realizada por Cromatografia Gasosa (GC) acoplada à Espectrometria de Massa (MS) segundo o protocolo em vigor no LPC. Os principais agentes ativos que se pretendem identificar são seis e são eles a Capsaicina, o 2-Clorobenzilideno Malononitrilo (CS), a 2-Cloroacetofenona (CN), a n-Nonanoilmorfolina (Morfolina), o Ácido Pelargónico Vanililamida (PAVA) e o Isotiocianato de Alilo. No caso do agente ativo detetado ser a Capsaicina procede-se à sua quantificação através dum Detetor de Ionização de Chama (FID), esta quantificação também é valorizada no estudo estatístico e é efetuada para verificar se a concentração de capsaicina está abaixo de 5% de forma a ser verificado o enquadramento legal. A análise estatística revelou que no ano de 2011 houve mais exames periciais e que foram identificadas mais amostras. No ano de 2013 houve um maior número de quantificações de capsaicina, apesar de no ano de 2015 representar cerca de 43% dos aerossóis analisados. A maior proveniência das amostras analisadas situa-se nos distritos de Lisboa, Setúbal e Faro, embora nos últimos dois anos se tenha registado um aumento do número de aerossóis provenientes dos distritos do Porto e da Guarda. | ||
| 606 |
_aDEFESA PESSOAL _9320941 |
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| 606 |
_aANÁLISE LABORATORIAL _9326721 |
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| 606 |
_aLPC _9320363 |
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| 606 |
_aPOLÍCIA JUDICIÁRIA _9242453 |
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| 606 |
_aCROMATOGRAFIA _9320241 |
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| 606 |
_aESPECTROMETRIA _9321956 |
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| 606 |
_aQUÍMICA FORENSE _9343048 |
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| 606 |
_aTESE _9334284 |
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| 700 |
_aLANDIM _bVera Mónica Pereira _994186 |
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| 955 | _xOferta | ||