| 000 | 04036nam a2200349 4500 | ||
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| 001 | 394728 | ||
| 090 | _a394728 | ||
| 100 | _a20171011d2015 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aTecnologias de identificação criminal _bRecurso eletrónico _etrajetórias, usos e práticas sob diferentes olhares _fDiana Catarina de Oliveira Miranda |
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| 210 |
_aBraga _c[s.n.] _d2015 |
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| 215 |
_a1 CD-ROM _d12 cm |
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| 300 | _aTese de Doutoramento em Sociologia apresentada à Universidade do Minho, tendo como orientadora Helena Machado. Ficheiro de 24 MB em formato PDF (384 p.). Resumo inserto na publicação. | ||
| 330 | _aEsta tese procura compreender os significados atribuídos às tecnologias de identificação criminal, seus usos e práticas. De modo a obter uma visão mais ampla destas tecnologias e sua aplicação no âmbito da justiça criminal, este estudo recorre a um conjunto heterogéneo de olhares e saberes em torno das diversas práticas de identificação criminal. Por um lado, o indivíduo classificado como criminoso e usual alvo destas práticas e, por outro, os profissionais que o identificam e classificam como tal no decurso da investigação criminal e em meio prisional. Partindo das experiências e olhares destes diferentes atores, pretende-se estudar, de forma detalhada, o modo como as tecnologias de identificação criminal são usadas na prática e perscrutar os seus impactos na coconstrução do corpo e da identidade criminosa. Esta investigação adota uma metodologia de caráter qualitativo e interpretativo e recorre a diversas técnicas de pesquisa: desde a realização de 58 entrevistas semiestruturadas, a conversas informais e observação em contexto policial e prisional. Através da pesquisa documental, este estudo apresenta ainda uma contextualização sócio-histórica das modalidades de identificação criminal em Portugal. Recorrendo a uma rede heterógena de atores, esta investigação desenvolve-se em interação com atores humanos (indivíduos condenados por crime, inspetores da Polícia Judiciária, elementos da Guarda Prisional e técnicos de reeducação) e atores não humanos (impressões digitais, fotografias, perfis genéticos, entre outros). Conclui-se que os diversos elementos sociais, tecnológicos, humanos e não humanos e as interações estabelecidas entre eles se situam numa rede sociotécnica complexa que evidencia a multiplicidade de perspetivas em torno das tecnologias e a heterogeneidade dos seus efeitos. Considerando a sua agência e a influência que exercem no modo como os atores sociais interagem, a figura do híbrido surge como uma solução para explorar o processo de coconstrução do criminoso e seu corpo no decurso de um jogo duplo (eu/outro) composto por agentes duplos (humanos e não humanos). A reflexão em torno deste processo permite o desenvolvimento de uma análise conceptual das dinâmicas de dominação, submissão e resistência que perduram num jogo estratégico desempenhado pelos diferentes atores no decurso de rituais de identificação que se assumem como um produto de configurações específicas de poder. Por último, exploram-se as novas estratégias para o exercício de poder que advém da essencialização da criminalidade e da (re)configuração da suspeição, dada a constante suspeita que recai no criminoso. | ||
| 606 |
_aIDENTIFICAÇÃO DE SUSPEITOS _9105716 |
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| 606 |
_aIDENTIFICAÇÃO DE PESSOAS _9343105 |
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| 606 |
_aIDENTIFICAÇÃO BIOLÓGICA _9328871 |
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| 606 |
_aTECNOLOGIA _9234237 |
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| 606 |
_aLOFOSCOPIA _9320264 |
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| 606 |
_aADN _9243660 |
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| 606 |
_aFOTOGRAFIA POLICIAL _9320987 |
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| 606 |
_aARGUIDO _9232958 |
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| 606 |
_aSANÇÃO PENAL _9227850 |
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| 606 |
_aPOLÍCIA JUDICIÁRIA _9242453 |
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| 606 |
_aGUARDA PRISIONAL _97169 |
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| 606 |
_aREINSERÇÃO SOCIAL _9225149 |
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| 606 |
_aTESE _9334284 |
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| 700 |
_aMIRANDA _bDiana Catarina de Oliveira _9358541 |
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| 955 | _xOferta | ||