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101 _apor
200 _aNa vertigem da traição
_fCarlos Ademar
210 _aLisboa
_cParsifal
_d2017
215 _a428 p.
_d23 cm
300 _aContém dedicatória do autor. Resumo inserto na publicação.
330 _a"Activo militante comunista, o jovem Miguel Domingos era um operário vidreiro revoltado pela miséria que o rodeava. Depois de participar na revolta de 18 de Janeiro de 1934 na Marinha Grande, fugiu para a União Soviética, onde recebeu formação na Escola Leninista. No regresso, combateu as hostes franquistas em Espanha, foi preso e enviado para um campo de concentração. No final de 1944 regressou a Portugal e passou a integrar a direcção comunista, na qual se manteve até ser afastado em 1949, com problemas de saúde e a suspeita de ter denunciado as casas clandestinas mais importantes do partido, levando à prisão de alguns dos mais célebres dirigentes comunistas. Em 1951, num pinhal dos arredores de Lisboa, o seu corpo seria encontrado sem vida. A quem interessava a sua morte? Baseada em factos reais e suportada em documentação dos arquivos da Polícia Judiciária até agora inédita, esta obra reconstrói, de forma viva e fiel, não só a investigação então feita pela PIDE, mas também a sociedade portuguesa do pós-guerra, o combate travado na clandestinidade contra um regime ditatorial e a luta desigual contra uma polícia política cada vez mais implacável. Com uma história que prende o leitor desde a primeira página, Na Vertigem da Traição é ainda o retrato das contradições do ser humano, com as suas fraquezas e virtudes, amores e desamores, frustrações e anseios, e a plena confirmação de Carlos Ademar como um dos mestres do romance histórico em Portugal."
606 _aLITERATURA
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606 _aROMANCE
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606 _aFICÇÃO POLICIAL
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606 _aHISTÓRIA DA POLÍCIA
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700 _aAdemar
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