000 03162nam a2200241 4500
001 394625
090 _a394625
100 _a20170707d2014 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aNovas drogas sintéticas e smart-shops
_bRecurso eletrónico
_erealidade nacional em contexto internacional
_fAna Sofia Machado
210 _a[Coimbra]
_c[s.n.]
_d2014
215 _a1 CD-ROM
_d12 cm
300 _aTrabalho final do 6.º ano médico com vista à atribuição do grau de mestre no âmbito do ciclo de estudos de mestrado integrado em medicina, da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, tendo como orientadores Helena Teixeira e Duarte Nuno Vieira. Ficheiro de 1,40 MB em formato PDF (59 p.).
330 _aNovas drogas psicoativas têm entrado no mercado internacional e, mais importante ainda, nacional, nos últimos anos. Apresentando-se inicialmente como substâncias legais, têm como objetivo substituir muitos dos efeitos adquiridos pelas drogas ilegais e, desta forma, contornar a lei. Os casos de emergência, internamento e mesmo morte têm aumentado assustadoramente. O primeiro fenómeno a que se assistiu no nosso país verificou-se na Ilha da Madeira, no ano de 2011, seguindo-se os casos de intoxicação que rapidamente se seguiram em todo o continente, levando a uma verdadeira epidemia. Esta situação séria e difícil de controlar em termos de Saúde Pública, levou à implementação de medidas legais para controlar estas substâncias. Este trabalho procura, assim, proceder a uma revisão da literatura relativamente às novas substâncias psicoativas, dando especial enfoque aos grupos com maior representatividade em termos de consumo e perigo para a saúde pública: canabinóides sintéticos, feniletilaminas e seus derivados, derivados da catinona, e piperazinas e derivados. Procura, igualmente, avaliar a magnitude do impacto deste fenómeno refletindo sobre as estratégias de controlo integradas num paralelo entre o contexto nacional e internacional. Verifica-se, desta forma, que o plano de ação adotado na maioria dos países, inclusive em Portugal, assenta num pressuposto de prevenção secundária de danos, exercendo o controlo precoce de determinada substância através de ilegalização temporária. Contudo, é de facto preocupante que, apesar de toda a ação legislativa criteriosamente realizada para controlar a venda deste tipo de substâncias, predomine uma evolução rápida do mercado, no sentido de criar novos compostos similares aos que haviam sido proibidos. O controlo e restrição deste tipo de substâncias tornam-se, assim, dependentes, em grande medida, do conhecimento por parte da sociedade dos riscos inerentes à sua utilização. A consciencialização dos seus efeitos, bem como o fornecimento de informações claras revela-se, assim, de extrema importância.
606 _aSUBSTÂNCIA PSICOTRÓPICA
_9343195
606 _aDROGA SINTÉTICA
_9320915
606 _aDESPENALIZAÇÃO DA DROGA
_9326182
606 _aTOXICODEPENDÊNCIA
_9225048
606 _aTESE
_9334284
700 _aMACHADO
_bAna Sofia
_9358490
955 _xOferta