| 000 | 03024nam a2200265 4500 | ||
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| 001 | 394506 | ||
| 090 | _a394506 | ||
| 100 | _a20170419d2017 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aCaracterização de impressões digitais humanas por FTICR-MS _bRecurso eletrónico _eaplicações forenses _fAna Cristina Almeida Assis |
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| 210 |
_aLisboa _c[s.n.] _d2017 |
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| 215 |
_a1 CD-ROM _d12 cm |
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| 300 | _aSeminário de investigação I do Doutoramento em Química realizado no âmbito do protocolo LPC-PJ e FCUL (Adenda 1). Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 630 KB em formato PDF (15 p.). | ||
| 330 | _aAo longo dos tempos, o relacionamento interpessoal das sociedades e dos seus elementos, conduziu à necessidade da determinação, individualização e registo de características que permitam a distinção clara e inequívoca dos seus indivíduos. A identificação dos seres humanos tem sido efetuada por excelência através da análise da imagem do grafismo das impressões digitais, que se tornou uma ferramenta forense de valor incalculável. A identificação da composição original da impressão digital, monitorização da degradação dos seus compostos constituintes, deteção e identificação dos produtos de degradação ao longo do tempo têm sido efetuadas por diversas técnicas, tendo o desenvolvimento tecnológico dos últimos anos potenciado o recurso cada vez mais notório à espectrometria de massa. Contudo, até agora a análise química/bioquímica das impressões digitais tem sido efetuada por métodos de espectrometria de massa convencionais de baixa resolução. Este estudo visa a utilização de um Espectrómetro de Massa de Ressonância Ciclotrónica de Iões com Transformada de Fourier (FTICR-MS) com fonte de Ionização por Electrospray (ESI) com capacidade MSn e alta resolução (HR) para a caracterização química das impressões digitais relacionadas com um crime, permitindo uma análise de amostras complexas de um nível vestigial. A investigação realizada neste Seminário de Investigação I tem como base um projeto cuja finalidade é implementar um workflow de análise entre o Laboratório de Polícia Científica da Polícia Judiciária e a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa que permita gerar inteligência forense com valor probatório para a investigação criminal. Esta implementação constitui uma inovação de resposta forense a nível nacional. Os estudos preliminares realizados até à data permitiram a individualização química de um individuo num determinado momento e uma diferenciação de género. | ||
| 606 |
_aIDENTIFICAÇÃO DE PESSOAS _9343105 |
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| 606 |
_aDACTILOSCOPIA _9104133 |
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| 606 |
_aESPECTROMETRIA _9321956 |
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| 606 |
_aQUÍMICA FORENSE _9343048 |
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| 606 |
_aCIÊNCIA FORENSE _9321508 |
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| 606 |
_aMÉTODO DE INVESTIGAÇÃO _9114897 |
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| 606 |
_aPOLÍCIA JUDICIÁRIA _9242453 |
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| 700 |
_aASSIS _bAna Cristina Almeida _9358418 |
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| 955 | _xOferta | ||