000 03584nam a2200289 4500
001 394497
090 _a394497
100 _a20170418d2017 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aA presença do psicólogo em audiências com crianças e adolescentes
_bRecurso eletrónico
_eperspetiva dos magistrados
_fAna Luísa da Silva Rodrigues
210 _aPorto
_c[s.n.]
_d2017
215 _a1 CD-ROM
_d12 cm
300 _aDissertação apresentada à Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Fernando Pessoa, como parte integrante dos requisitos para a obtenção do grau de Mestre em Psicologia Jurídica, tendo como orientadora Sónia Caridade. Ficheiro de 1,44 MB em formato PDF (100 p.). Resumo inserto na publicação.
330 _aO contributo e envolvimento dos psicólogos da justiça no aparelho judiciário tem vindo a crescer ao longo dos últimos anos, algo que parece resultar da maior aceitação da Psicologia como ciência, reconhecendo-se a importância da sua aplicabilidade no domínio judicial. A presente dissertação é constituída por dois artigos científicos e pretende analisar a atuação dos psicólogos da justiça, em sede de tribunal, através da perspetiva de magistrados portugueses. O primeiro artigo apresenta uma revisão da literatura científica, nacional e internacional, acerca do tema em questão. Neste trabalho foram analisados diferentes aspetos (ex.: instrumentos legais existentes sobre a matéria da proteção da criança e adolescente e da inquirição dos mesmos em sede de tribunal; a presença de crianças e jovens e a forma como eles sentem a passagem pelo sistema de justiça; as relações entre a psicologia e o direito; as aplicações da psicologia da justiça; a forma como a comunidade científica tem apostado em melhorar as metodologias que são aplicadas em diligências de inquirição com crianças e adolescentes). Com esta revisão foi possível concluir que tanto a comunidade científica como os legisladores estão atentos às capacidades que os psicólogos da justiça possuem e à ajuda que podem trazer ao sistema de justiça. O segundo artigo versa sobre o estudo empírico, o qual procurou analisar a perceção que 39 magistrados judiciais e 6 magistrados do ministério público possuem acerca da presença do psicólogo em sede de tribunal. Foi distribuído um questionário em versão on-line pelas comarcas portuguesas responsáveis por matérias criminais e/ou de família e menores. As análises conduzidas aos dados recolhidos permitem concluir que os magistrados reconhecem a qualidade da formação dos psicólogos, a importância do seu trabalho, bem como a amplitude da sua aplicação. Contudo, exibiram uma certa resistência em aceitar indicações diretas destes profissionais, sobre a forma como o magistrado se deve dirigir à criança que necessita de inquirir. A presente dissertação procura, desta forma, constituir mais um contributo para o aumento do conhecimento nesta área de forma a promover práticas mais amigáveis ao nível da audição da criança e do adolescente em sede tribunal.
606 _aINQUIRIÇÃO DE TESTEMUNHA
_9329722
606 _aJOVEM
_9100424
606 _aJULGAMENTO
_9233424
606 _aTRIBUNAL
_9227315
606 _aMAGISTRADO JUDICIAL
_9243074
606 _aPSICOLOGIA JUDICIÁRIA
_9321691
606 _aPSICOLOGIA DO TESTEMUNHO
_9323774
606 _aTESE
_9334284
606 _aCRIANÇA
_95150
700 _aRODRIGUES
_bAna Luísa da Silva
_9358416
955 _xOferta