000 02842nam a2200253 4500
001 394488
090 _a394488
100 _a20170412d2016 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aDinâmicas de género na Polícia Judiciária
_bRecurso eletrónico
_eanálise em contexto maioria e minoria
_fCatarina Alexandra Pinto Costa Delgado
210 _aLisboa
_c[s.n.]
_d2016
215 _a1 CD-ROM
_d12 cm
300 _aDissertação submetida como requisito parcial para obtenção do grau de Mestre em Psicologia das Relações Interculturais, apresentada ao ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa, tendo como orientadora Maria Helena Santos. Ficheiro de 743 KB em formato PDF (59 p.). Resumo inserto na publicação.
330 _aO presente estudo pretendeu analisar as dinâmicas de género na Polícia Judiciária, num contexto de maioria e minoria. Partindo da teoria do tokenism (Kanter, 1977), adotou uma perspetiva de género, na linha de Acker (1990), Connell (2006) e Amâncio (1994), com os objetivos específicos de verificar se as mulheres (membros do grupo minoritário) sentiram algum tipo de obstáculos à sua integração na organização, ou desigualdades baseadas no sexo ao longo da sua carreira, em comparação com os homens (membros do grupo dominante), sobretudo no que concerne às características associadas ao fenómeno do tokenism (Kanter, 1977): a visibilidade, a polarização e/ou assimilação. Este trabalho é sustentado pela caracterização do objeto de estudo e por uma revisão de literatura sobre as desigualdades de género no contexto organizacional. Ao nível empírico, numa perspetiva qualitativa, recorreu à técnica da entrevista semiestruturada, que envolveu 18 membros da Polícia Judiciária (11 do sexo feminino e sete do sexo masculino), com idades entre os 39 e os 60 anos (M = 51; DP = 5,60), a exercer a atividade na área de investigação criminal. Os resultados, obtidos e analisados com o auxílio do programa Nvivo 11 e da análise temática, revelaram cinco temas em torno dos: obstáculos à integração, das desigualdades de género, e da visibilidade, polarização e assimilação. Concluiu-se que as mulheres (membros do grupo dominado) continuam a enfrentar diferentes condições, relativamente aos homens (membros do grupo socialmente dominante). Estas constituem obstáculos às mulheres, contribuindo para limitar o seu desempenho e criar situações de stress adicional.
606 _aMULHER POLÍCIA
_9328039
606 _aIGUALDADE DE TRATAMENTO
_9231036
606 _aADMINISTRAÇÃO DO PESSOAL
_9100018
606 _aCARREIRA PROFISSIONAL
_9307217
606 _aPOLÍCIA JUDICIÁRIA
_9242453
606 _aTESE
_9334284
700 _aDELGADO
_bCatarina Alexandra Pinto Costa
_9358409
955 _xOferta