| 000 | 03142nam a2200229 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 394380 | ||
| 090 | _a394380 | ||
| 100 | _a20170206d2015 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aAtribuição de autoria em linguística forense _bRecurso eletrónico _euma análise combinada para identificação de autor através do texto _fLiliana Rita de Amorim Romão Teles |
||
| 210 |
_aLisboa _c[s.n.] _d2015 |
||
| 215 |
_a1 CD-ROM _d12 cm |
||
| 300 | _aDissertação de Mestrado em Linguística, apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, tendo como orientadora Rita Marquilhas. Ficheiro de 1,38 MB em formato PDF (78 p.). Resumo inserto na publicação. | ||
| 330 | _aCom esta dissertação pretendemos verificar em que medida uma análise combinada, quantitativa e qualitativa, pode ser a abordagem adequada para casos forenses de atribuição de autoria a textos de valor probatório. Assumindo que não é possível compreender a variedade linguística de um indivíduo sem ter previamente um conhecimento da variedade própria da comunidade em que este está inserido, partimos de um conceito de variação da língua a nível individual que não é propriamente o de idioleto, mas sim o de estilo idioletal, o conjunto das escolhas do falante individual a partir do sistema linguístico da sua própria comunidade (Labov (2006/1966):5, Turell (2010)). Reunimos um corpus de cartas variado para verificar qual a possibilidade de atribuir o autor certo a um texto questionado. O corpus incluía um conjunto de 48 cartas redigidas anonimamente por doze informantes da mesma faixa etária e do mesmo dialeto, com controlo das variáveis “formação curricular” e “género”. Para a análise quantitativa, usámos o classificador de uma Máquina de Vetores de Suporte, método usado frequentemente em estudos de atribuição de autoria, e verificámos a sua taxa de sucesso na atribuição de género, formação curricular e autoria a cada carta de ameaça, usando, como corpus textual de treino, as restantes cartas de cada autor. Numa segunda fase, repetimos o teste de classificação, mas apenas considerando uma carta de ameaça adicional, tomada como “TextoQ”. Para a análise qualitativa, recolhemos os elementos linguísticos que se afiguravam reveladores do estilo do autor no texto questionado e procurámos identificar traços coincidentes num conjunto de cartas selecionadas do corpus. Com esta experiência em ambiente controlado, conseguimos, recorrendo a uma análise combinada, atribuir a autoria de um texto hipoteticamente anónimo. Julgamos ter assim contribuído para a análise das diferenças nos enunciados escritos individuais, para a interpretação dos resultados do seu processamento computacional, e, consequentemente, para o avanço da linguística forense no contexto do estudo do português europeu. | ||
| 606 |
_aLINGUÍSTICA _9241547 |
||
| 606 |
_aANÁLISE DE DOCUMENTO _9343080 |
||
| 606 |
_aVALOR PROBATÓRIO _921050 |
||
| 606 |
_aTESE _9334284 |
||
| 700 |
_aTELES _bLiliana Rita de Amorim Romão _9358356 |
||
| 955 | _xOferta | ||