000 02982nam a2200277 4500
001 394341
010 _a2789729345722
090 _a394341
100 _a20170111d2009 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aDrogas e prisões
_ePortugal 2001-2007
_fcoord. Anália Cardoso Torres... [et.al.]
210 _aLisboa
_cInstituto da Droga e da Toxicodependência
_d2009
215 _a325 p.
_d27 cm
225 _aColecção Estudos-Universidades
300 _aEstudo realizado para o Instituto da Droga e da Toxicodependência (IDT) ao abrigo do protocolo celebrado entre este organismo e o CIES/ISCTE (actual ISCTE-IUL).
330 _aEstudo sobre a extensão do fenómeno das drogas nos estabelecimentos prisionais. Esta monografia é constituída por uma introdução, oito capítulos e a conclusão. No primeiro capítulo, e depois de caracterizar em traços gerais os principais resultados obtidos em 2001, avançam-se alguns dados sobre a realidade portuguesa em matéria de drogas e toxicodependência também em meio prisional e sistematiza-se um conjunto de resultados de investigação sobre a mesma realidade relativa a um conjunto relevante de países da União Europeia. No segundo capítulo será apresentada a caracterização sociodemográfica dos reclusos e reveladas as especificidades de uma população particular (situações clínicas, a prevalência de doenças infecto-contagiosas e práticas preventivas). O terceiro capítulo debruça-se sobre as situações penais e prisionais dos reclusos e a sua articulação com um conjunto de variáveis sociodemográficas (crimes ligados à droga, tempo de permanência na prisão, reincidência prisional, expectativas de saída da prisão). No quarto capítulo analisam-se com maior pormenor as características da população reclusa consumidora de drogas (consumo, tipo de substâncias, tempo de consumo, modalidades de consumo, programas de tratamento). No quinto capítulo identificam-se e analisam-se as preocupações e opiniões dos reclusos relativamente a vários aspectos da vida nas prisões (condições de vida, representações sobre a droga nas prisões). No sexto capítulo, revela-se o perfil de três grupos distintos dos reclusos do sistema prisional português. O sétimo capítulo contém a informação proveniente da auscultação realizada aos directores e aos serviços clínicos das prisões. No último capítulo confrontam-se as avaliações, preocupações e opiniões de reclusos e directores (convergências e divergências). E, por fim, os principais resultados obtidos.
606 _aDROGA
_9228142
606 _aTOXICODEPENDÊNCIA
_9225048
606 _aESTABELECIMENTO PRISIONAL
_9551
710 _aPortugal
_bInstituto da Droga e da Toxicodependência - IDT
_9318305
955 _xOferta