| 000 | 03199nam a2200277 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 394318 | ||
| 010 | _a9789899564527 | ||
| 090 | _a394318 | ||
| 100 | _a20170102d2014 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aTecnologias biométricas por dinâmica gestual _bRecurso eletrónico _eviabilidade, requisitos e implementações _fVítor Júlio da Silva e Sá, Sérgio Tenreiro de Magalhães _gpref. Luís Filipe Lobo-Fernandes |
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| 205 | _a1.ª ed. | ||
| 210 |
_aBraga _c[s.n.] _d2014 |
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| 215 |
_a1 CD-ROM _d12 cm |
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| 225 |
_aSOCIETAS - Colecção De Estudos Sociais _v4 |
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| 300 | _aFicheiro de 12,3 MB em formato PDF (256 p.). | ||
| 330 | _aPrefácio. Nota introdutória. 1. Introdução. 1.1. Enquadramento. 1.2. Abordagem metodológica. 2. A autenticação biométrica nas organizações governamentais. 2.1. Casos de estudo. 2.1.1. Holanda. 2.1.2. Estados Unidos da América. 2.1.3. Espanha. 2.1.4. Japão. 2.1.5. Angola, Haiti e Zâmbia. 3. Ciberconflito. 3.1. Information Warfare. 3.2.Ciberataques à Estónia (abril/maio de 2007). 3.2.1. A Sociedade da Informação na Estónia. 3.2.2. Perspetiva histórica da relação entre a Estónia e a Federação Russa. 3.2.3. A ciberguerra. 3.2.4. A reação aos ataques. 3.2.5. Os efeitos nas alianças internacionais. 3.3.Ciberataques à Geórgia (agosto de 2008). 3.3.1. A guerra do “povo”. 3.4. O ciberterrorismo. 3.5. Espionagem. 3.5.1. Ciberespionagem industrial com envolvimento estatal. 3.5.2. A República Popular da China – a ciberpotência emergente. 4. Tecnologias biométricas. 4.1. Biometrias convencionais. 4.1.1. Reconhecimento facial. 4.1.2. Reconhecimento de voz. 4.1.3. Reconhecimento da íris. 4.1.4. Reconhecimento da retina. 4.1.5. Impressão digital. 4.1.6. Palma e geometria da mão. 4.1.7. Dinâmica de digitação. 4.2. Biometrias cognitivas. 4.2.1. Reconhecimento eletrocardíaco. 4.2.2. Reconhecimento eletroencefálico. 4.2.3. Reconhecimento eletrodermatológico. 4.3. Autenticação gráfica biométrica. 4.3.1. Autenticação gráfica. 4.3.2. Requisitos dos sistemas de autenticação gráfica. 4.3.3. Dinâmica gestual. 4.4.Enquadramento legal português. 5. Indicadores socio-económicos de viabilidade. 5.1. Estudo do conhecimento da população portuguesa sobre as biometrias cognitivas. 5.2. Disponibilidade para o enrollment. 5.3. Aceitação da dinâmica gestual – um primeiro estudo. 5.4. Perceção de utilidade. 5.5. Facilidade de utilização. 5.6. Ligação psicológica. 5.7. Viabilidade económica. 6. Projeto, maquete e protótipo. 6.1. Projeto e maquete. 6.2. Protótipo. 7. Discussão dos resultados e conclusões. 7.1. Hipótese. 7.2. Hipótese. 7.3. Hipótese. 7.4. Hipótese 4. 7.5. Hipótese 5. 7.6. Hipótese 6. 7.7. Conclusões. Bibliografia. Índice de figuras. Índice de tabelas. Índice de equações. Siglas e acrónimos. | ||
| 606 |
_aBIOMETRIA _9327034 |
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| 606 |
_aTECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO _9266188 |
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| 606 |
_aTERRORISMO INTERNACIONAL _9226288 |
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| 606 |
_aESTUDO DE CASOS _9322367 |
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| 700 |
_aSá _bVítor Júlio da Silva e _9358327 |
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| 701 |
_aMAGALHÃES _bSérgio Tenreiro de _9358328 |
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| 955 | _xOferta | ||