| 000 | 02718nam a2200217 4500 | ||
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| 001 | 394297 | ||
| 090 | _a394297 | ||
| 100 | _a20161220d2016 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aCrianças e jovens em acompanhamento na Comissão de Proteção de Crianças e Jovens Almada _bRecurso eletrónico _eda sinalização à institucionalização _fSílvia Alexandra Correia de Oliveira |
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| 210 |
_aPorto _c[s.n.] _d2016 |
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| 215 |
_a1 CD-ROM _d12 cm |
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| 300 | _aTese de Mestrado em Psicologia Jurídica apresentada à Universidade Fernando Pessoa, tendo como orientadores Gloria Jólluskin, Jorge Cardoso. Ficheiro de 1,51 MB em formato PDF (68 p.). Resumo inserto na publicação. | ||
| 330 | _aO presente trabalho tem como principal objetivo caraterizar o acompanhamento processual realizado até à aplicação de medida de acolhimento residencial em crianças/jovens com processo de promoção e proteção em Almada. Para tal, através da elaboração de uma grelha de análise, composta por dados sociodemográficos e aspetos referentes à situação de perigo das crianças/jovens, procedeu-se à consulta de 82 processos na CPCJ de Almada. Os resultados obtidos indicam que há uma predominância de rapazes aos quais foi aplicada tal medida, sendo que na totalidade da amostra a maioria iniciou o processo de promoção e proteção em vigor entre os 10 e os 13 anos, seguindo-se a faixa etária entre os 14 e os 17 de idade. Quanto às tipologias de perigo, encontramos a negligência como a mais comum, tendo as situações de perigo sido sinalizadas maioritariamente por familiares próximos. No que diz respeito ao contexto familiar, verificamos que estas crianças/jovens estavam inseridas predominantemente num agregado monoparental feminino, tendencialmente caraterizado por conflitos relacionais e ausência de suporte familiar, factos que constituíram fatores de decisão para aplicação da medida de acolhimento residencial. No que diz respeito ao acompanhamento dos processos, constatamos que a CPCJ de Almada realizou várias diligências envolvendo vários dos intervenientes participantes na situação de perigo em que a criança/jovem se encontrava, assim como cooperações frequentes com as entidades que conhecem a família. Sugere-se, futuramente, o estudo do impacto da aplicação e execução da medida de acolhimento residencial e do consequente processo de institucionalização de tais crianças/jovens. | ||
| 606 |
_aCOMISSÃO DE PROTECÇÃO DE MENORES _9318458 |
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| 606 |
_aACOMPANHAMENTO PSICOLÓGICO _9344125 |
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| 606 |
_aTESE _9334284 |
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| 700 |
_aOLIVEIRA _bSílvia Alexandra Correia de _9255369 |
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| 955 | _xOferta | ||