000 03124nam a2200241 4500
001 394295
090 _a394295
100 _a20161220d2016 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aAs motivações ajurídicas do sentenciar
_bRecurso eletrónico
_ea verdade e a mentira
_fCarlos Fernando Rodrigues de Carvalho
210 _aLisboa
_c[s.n.]
_d2016
215 _a1 CD-ROM
_d12 cm
300 _aDissertação defendida em provas públicas para obtenção do Grau de Mestre em Psicologia Forense e Exclusão Social, conferido pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, tendo como orientador Carlos Alberto Poiares. Ficheiro de 906 KB em formato PDF (101 p.). Resumo inserto na publicação.
330 _aCada vez mais as decisões judiciais por parte do tribunal são objeto de contestação, avaliação e estudo por parte não só dos órgãos judiciais, como também das universidades, dos psicólogos forenses e até mesmo dos media. As motivações ajurídicas influenciam diretamente as decisões do juiz e a sua convicção. Assim sendo, a presente dissertação tem como principal foco analisar a influência das motivações ajurídicas do sentenciar nas decisões judiciais. Esta dissertação pretende determinar a existência de fatores e condicionantes que influenciam a tomada de decisão do juiz, de onde estes advêm e qual a importância que os mesmos têm no seu sentenciar. O testemunho de uma pessoa sobre um determinado facto obedece a certas regras internas do sujeito, nomeadamente da forma como esse sujeito percebeu o acontecimento em si, de como essa informação foi armazenada na memória e do modo como o acontecimento vai ser relatado posteriormente. Sobre estes processos atuam alguns fatores externos e internos ao indivíduo, como a memória temporal e a tendência afetiva. A Psicologia do Testemunho visa estudar os depoimentos prestados junto de instâncias de controlo social e, do ponto de vista científico, é um segmento da Psicologia Forense. Neste sentido, o seu objetivo traduz-se na averiguação da verdade, do erro e da mentira do testemunho em tribunal. Atualmente, é possível aferir o grau de fiabilidade do testemunho por meio de grelhas de observação através da comunicação verbal (CV) e comunicação não-verbal (CNV) para o apuramento da verdade judicial, nomeadamente, pelos meios de prova, concretamente a prova testemunhal e as declarações do arguido. Não se pode esquecer que a tudo isto está subjacente o princípio da livre apreciação da prova. Assim sendo, o objetivo desta dissertação assenta, através de uma abordagem teórica, na verificação da existência de um conjunto de motivações ajurídicas que contribuem de maneira significativa para as decisões judicias por parte do aplicador da lei.
606 _aSANÇÃO PENAL
_9227850
606 _aJULGAMENTO
_9233424
606 _aANÁLISE PSICOLÓGICA
_9323418
606 _aPSICOLOGIA JUDICIÁRIA
_9321691
606 _aTESE
_9334284
700 _aCARVALHO
_bCarlos Fernando Rodrigues de
_9358315
955 _xOferta