| 000 | 04680nam a2200253 4500 | ||
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| 001 | 394131 | ||
| 090 | _a394131 | ||
| 100 | _a20161004d2016 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aFarmacogenética em toxicologia forense _bRecurso eletrónico _eestudo do gene CYP2D6 em amostras post mortem com tramadol _fSuzana de Morais Valente Martins da Fonseca |
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| 210 |
_aLisboa _c[s.n.] _d2016 |
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| 215 |
_a1 CD-ROM _d12 cm |
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| 300 | _aDissertação para obtenção do grau de Mestre em Medicina Legal e Ciências Forenses, tendo como orientador Mário João Dias e co-orientador Jorge Costa Santos. Resumo inserto na publicação. Ficheiros num total de 35,1 MB em formato PDF (168 p.) | ||
| 330 | _aA variabilidade genética tem impacto na resposta individual aos fármacos, com repercussões nas concentrações e nos efeitos observados. Os exames de toxicologia forense são importantes para conhecer a contribuição dos xenobióticos na causa de morte e as circunstâncias em que esta ocorreu. A aplicação das metodologias de farmacogenética a casos "post mortem" é ainda pouco frequente, dependendo sobretudo das características do gene a estudar e da existência de metodologias adequadas à análise de amostras da rotina pericial. Por outro lado, para que os resultados possam ser utilizados como prova em tribunal, é essencial dispor de fundamentação científica para a sua interpretação, que pode ser obtida através de estudos de correlação entre osresultados da genética e da toxicologia. O tramadol é bioactivado por metabolização em O-desmetiltramadol, por acção da enzima CYP2D6. Algumas variantes genéticas são responsáveis por alterações na expressão enzimática e, portanto, na resposta analgésica e nas concentrações encontradas nas amostras "post mortem", para o tramadol e para os seus metabolitos. Nos casos "post mortem" com tramadol, a identificação dos metabolizadores lentos pela pesquisa de variantes genéticas descritas como não-funcionais pode ser útil para explicar algumas circunstâncias relacionadas com a morte. O objetivo deste trabalho foi o desenvolvimento de uma metodologia de sequenciação parcial do gene CYP2D6 para a detecção de variantes genéticas responsáveis pela inativação da atividade enzimática, tendo em vista a identificação de metabolizadores lentos. A metodologia foi aplicada a casos "post mortem" positivos para tramadol.Foram selecionadas e analisadas 100 amostras de sangue "post mortem" com tramadol. O ADN foi extraído pelo método de Chelex 100® e quantificado por Real-time PCRusando Quantifiler Trio da Applied Biosystems (AB). A amplificação dos fragmentos de interesse do gene CYP2D6 foi efetuada por PCR com MasterMix da Qiagen. Os fragmentos amplificados foram sequenciados com Big Dye v.3.1 cycle sequence e detetados por eletroforese capilar num Genetic Analyser 3130 (AB). As sequências obtidas foram comparadas com a de referência usando o programa informáticoSeqScape v3. O método foi validado de acordo com recomendações internacionais. Foi também validado o método de confirmação quantitativa de tramadol e dos seus metabolitos N-desmetil-tramadol e O-desmetil-tramadol. Os métodos foram aplicados com sucesso às amostras de sangue "post mortem". As distribuições de alelos e de genótipos das amostras analisadas estão de acordo com o esperado para a população portuguesa e europeia. O metabolismo do tramadol, expresso pela razão de concentrações entre os seus metabolitos (N-desmetiltramadol/O-desmetil-tramadol), demonstrou estar correlacionado com os fenótipos previstos na análise genética, em particular no caso dos metabolizadores lentos. Foi demonstrada também a importância da pesquisa de substâncias inibidoras da atividade enzimática, nos casos de tramadol. De acordo com o nosso conhecimento, este é o primeiro estudo em que a metodologia de sequenciação do gene CYP2D6 foi validada e aplicada com sucesso a amostras "post mortem", em Portugal. As metodologias desenvolvidas permitem a recolha sistemática de resultados em casos "post mortem", constituindo ferramentas essenciais para fundamentar a utilidade da farmacogenética na interpretação de casos de tramadol, numa avaliação conjunta entre a patologia, a toxicologia e a genética forenses. | ||
| 606 |
_aTOXICOLOGIA FORENSE _9100154 |
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| 606 |
_aANÁLISE LABORATORIAL _9326721 |
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| 606 |
_aGENÉTICA _9238061 |
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| 606 |
_aFARMACOLOGIA _9228615 |
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| 606 |
_aPROVA PERICIAL _9225529 |
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| 606 |
_aTESE _9334284 |
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| 700 |
_aFONSECA _bSuzana de Morais Valente Martins da _9356913 |
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| 955 | _xOferta | ||