000 02981nam a2200217 4500
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090 _a394127
100 _a20161004d2011 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aReconhecimento de emoções faciais na esquizofrenia
_bRecurso eletrónico
_fMariana Amaral Matos Madeira
210 _aCovilhã
_c[s.n.]
_d2011
215 _a1 CD-ROM
_d12 cm
300 _aDissertação apresentada à Universidade da Beira Interior para a obtenção do grau de Mestre em Psicologia Clínica e da Saúde, tendo como orientador Luís Maia. Ficheiro de 1,65 MB em formato PDF (129 p.).
330 _aA presente investigação apresenta como principal objectivo, o estudo da cognição social na esquizofrenia, mais especificamente a identificação e reconhecimento de emoções básicas por parte de pacientes diagnosticados com uma perturbação esquizofrénica. Pretendeu-se avaliar também quais as emoções mais e menos reconhecidas; bem como diferenças relativas à valência das emoções; género do estímulo apresentado; género e idade do respondente; sintomatologia, fase e condição clínica e subtipo de esquizofrenia. Para tal foram avaliados 30 sujeitos previamente diagnosticados com uma perturbação esquizofrénica e 30 sujeitos pertencentes ao grupo normativo. Assim, os 60 indivíduos que participaram no presente estudo foram avaliados através de um questionário sociodemográfico, com o objectivo de recolher dados pessoais que permitissem a posterior correlação com o reconhecimento das emoções. A segunda parte consistia na aplicação da BPRS (Brief Psychiatry Rating Scale), que visava a avaliação da sintomatologia positiva e negativa. Por fim, foi utilizada uma plataforma informática (I-emotions) elaborada e disponibilizada pelo Prof. Freitas-Magalhães. Através da mesma foram apresentadas as 7 emoções básicas (alegria, aversão, cólera, desprezo, tristeza, medo, surpresa) e a face neutra, por 2 estímulos de ambos os sexos. Os resultados apontam para défices no reconhecimento de emoções por parte dos pacientes com esquizofrenia (principalmente na aversão, surpresa e face neutra). As emoção mais reconhecida foi a alegria, sendo o medo a que mais dificuldades suscitou no seu reconhecimento. Não se verificaram diferenças significativas quanto às variáveis pessoais (idade e género) ou características clínicas (sintomatologia, fase e condição clínica e subtipo de esquizofrenia). Contudo acerca destas últimas pode-se inferir algumas conclusões gerais, nomeadamente os pacientes com esquizofrenia em fase de descompensação, ou com maior sintomatologia, têm mais dificuldade em reconhecer as emoções básicas, apresentando maior relutância no fornecimento de uma resposta.
606 _aPERTURBAÇÃO MENTAL
_95936
606 _aESQUIZOFRENIA
_9102456
606 _aTESE
_9334284
700 _aMADEIRA
_bMariana Amaral Matos
_9336637
955 _xOferta