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090 _a394119
100 _a20160930d2011 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aA política prisional e a criminalidade portuguesa contemporânea
_bRecurso eletrónico
_fJoão Carlos Carvalho dos Santos
210 _aLisboa
_c[s.n.]
_d2011
215 _a1 CD-ROM
_d12 cm
300 _aDissertação de Mestrado em Administração Pública, especialização na Administração da Justiça (ISCPS), tendo como orientador Jaime Raúl Seixas Fonseca e coorientadora Elisabete Carvalho. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 1,21 MB em formato PDF (125 p.).
330 _aA Escola Clássica nascida do ideário iluminista alicerçou a sua ideologia no homem delinquente, dotado da racionalidade pelo que haveria que dotar o sistema prisional dos meios adequados à sua corrigibilidade.Porém, esta política prisional falhou porque não existiam os meios necessários e suficientes e porque a racionalidade dos delinquentes era bastante limitada. Sucedeu-lhe a Escola Humanista de Lombroso associada ao Estado Providência com a ideia de que o delinquente era um doente que haveria que tratar, leia-se ressocialização, e que se manteve até há bem pouco tempo. Ainda que os resultados não tivessem o resultado desejado: reduzir a criminalidade. A partir dos anos sessenta surgiu a Nova Criminologia que procurou conciliar algumas das ideias da Escola Clássica às ideias da Escola Humanista de Lombroso na tentativa de inverter a tendência ascendente da criminalidade. A dissuasão, comum à Escola Clássica e à Nova Criminologia, surge no contexto prisional como um meio que provámos ser necessário prever na nossa política prisional como forma de tentar resolver o problema social da criminalidade.
606 _aPOLÍTICA PRISIONAL
_910115
606 _aRECLUSÃO
_9104369
606 _aCRIMINALIDADE
_9224783
606 _aESTUDO DE CASOS
_9322367
606 _aTESE
_9334284
606 _aESTABELECIMENTO PRISIONAL
_9551
700 _aSANTOS
_bJoão Carlos Carvalho dos
_9358220
955 _xOferta