000 03129nam a2200241 4500
001 393904
090 _a393904
100 _a20160516d2016 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aEspectroscopia de Raman e imagiologia de infravermelho no estudo de impressões digitais e vestígios de explosivos associados
_bRecurso eletrónico
_fRocha Paulo Manico
210 _aCoimbra
_c[s.n.]
_d2016
215 _a1 CD-ROM
_d12 cm
300 _aDissertação apresentada para provas de Mestrado em Química Forense, apresentada à Universidade de Coimbra, tendo como orientadores Dr. Rui Fausto Martins Ribeiro da Silva Lourenço, Ricardo Rodrigues de França Bento. Ficheiro de 3,49 MB em formato PDF (93 p.). Resumo inserto na publicação.
330 _aAs técnicas espectroscópicas têm adquirido bastante interesse em áreas forenses, não só devido à simplicidade e rapidez na obtenção dos resultados das análises mas, particularmente, devido à não destruição de amostras usadas, que podem assim ser reanalisadas. Neste âmbito, o presente trabalho tinha como objectivo analisar a possibilidade do uso das espectroscopias de infravermelho (IV) e de Raman na identificação da presença de resíduos de explosivos em impressões digitais “recolhidas em pessoa suspeita de manipular previamente partículas de explosivos”. Com recurso a estas técnicas, foram identificados com sucesso 6 explosivos em impressões digitais, nomeadamente, nitrato de amónio (ANFO), 1,1-diamino-2,2-dinitroeteno (FOX-7), trinitotoueno (TNT), ciclotrimetilenotrinitramina (RDX), ciclotetrametilenotetranitroamina (HMX) e hexanitroestilbeno (HNS). As amostras de explosivos foram analisadas sem pré-tratamento, após introdução de pequenas quantidades de cada uma delas sobre uma janela de fluoreto de bário (BaF2) ou lâmina de pyrex, consoante a análise fosse por espectroscopia de infravermelho ou de Raman. No infravermelho os espectros foram obtidos em transmissão, usando um detector LN Cooled MCT, tempo de aquisição de 5 s, resolução espectral de 4 cm -1, e gama espectral definida 4000 - 650 cm-1. Em Raman, usou-se um laser de 633 nm como fonte de excitação, abertura de 200 ìm, objectiva de 10x, tempo de aquisição de 30 s e 2 acumulações. Os espectros das amostras obtidos neste estudo, foram comparados com os da literatura. Procedeu-se, depois, à construção de uma biblioteca de espectros de explosivos, para posterior uso nos ensaios com “amostras cegas”. Foram também usadas as imagiologias químicas de infravermelho e de Raman, com o objectivo de visualisar e identificar os vestígios de explosivos presentes em impressões digitais latentes. O estudo provou que ambas as técnicas são eficazes para a análise e identificação de amostras de explosivos em impressões digitais latentes.
606 _aEXPLOSIVO
_9343556
606 _aDACTILOSCOPIA
_9104133
606 _aESPECTROSCOPIA
_9330125
606 _aANÁLISE DE VESTÍGIOS
_9320649
606 _aTESE
_9334284
700 _aMANICO
_bRocha Paulo
_9358107
955 _xOferta