| 000 | 03608nam a2200265 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 393900 | ||
| 090 | _a393900 | ||
| 100 | _a20160513d2012 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aContrafacção / falsificação de medicamentos _bRecurso eletrónico _fStéphanie Nunes Silveira |
||
| 210 |
_aLísboa _c[s.n.] _d2012 |
||
| 215 |
_a1 CD-ROM _d12 cm |
||
| 300 | _aDissertação de candidatura ao grau de Mestre (Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas) apresentada à Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, tendo como orientador João Martins. Resumo inserto na própria publicação. Ficheiro de 1,67 MB em formato PDF (50 p.). | ||
| 330 | _aA panóplia de medicamentos e produtos de saúde existentes no mercado é enorme, existindo uma escolha alargada para os consumidores. Contudo, por vezes os preços são elevados; o medicamento que o consumidor quer não é legal no país onde se encontra; o consumidor, por vergonha, não se desloca a locais licenciados para comprar o medicamento que quer ou, o país ainda não tem acesso a um determinado medicamento inovador. E por estas razões o consumidor pode obter medicamentos falsificados através da cadeia ilegal de abastecimento, sendo a internet uma via provável de acesso. Contudo não é apenas na cadeia ilegal de abastecimento que se corre o risco de obter produtos falsificados. A cadeia de abastecimento legal tornou-se complexa e o controlo e fiscalização da mesma começou a ser mais difícil de realizar. Esta complexidade e o facto do sistema regulamentar não estar ainda bem implementado, levou ao aparecimento de produtos falsificados na cadeia legal. Para o controlo regulamentar deste problema, ao fim de alguns anos de debate e modificações à proposta existente, foi lançada na União Europeia a Directiva 2011/62/EU que pretende impedir a introdução de medicamentos falsificados na cadeia de abastecimento legal. A nível europeu existem iniciativas e organizações, tais como a International Medical Products Anti-Counterfeiting Taskforce(IMPACT), a Medicrime, Working Group of Enforcement Officers(WGEO), Pharmaceutical Security Institute(PSI), entre outras, cujo objectivo principal é o combate à contrafacção. São organizações e iniciativas com um grau de importância elevado devido ao trabalho que realizam. Para além destas acções as entidades reguladoras dos vários países europeus têm os Single Points of Contact (SPOCs) que permitem a troca de informação e colaboração internacional para que todos tenham acesso à mesma informação e a casos detectados. Em Portugal, o INFARMED I.P. é a Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de saúde e desta autoridade depende a fiscalização e controlo dos diversos intervenientes no ciclo do medicamento. Existe no INFARMED I.P. um departamento designado de Célula 3C que trabalha diariamente para o combate à contrafacção de medicamentos a nível nacional. São pontos essenciais no combate à contrafacção de medicamentos, que a Directiva seja implementada a nível nacional e que os esforços e cooperação entre os vários países perdurem para que haja uma diminuição do risco nos próximos anos. | ||
| 606 |
_aMEDICAMENTO _9344478 |
||
| 606 |
_aPRODUTO FARMACÊUTICO _9343204 |
||
| 606 |
_aCONTRAFACÇÃO DE PRODUTOS _9325913 |
||
| 606 |
_aFALSIFICAÇÃO DE PRODUTOS _9329312 |
||
| 606 |
_aTESE _9334284 |
||
| 700 |
_aSILVEIRA _bStéphanie Nunes _9358104 |
||
| 955 | _xOferta | ||