000 02169nam a2200253 4500
001 393734
090 _a393734
100 _a20160222d2015 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aO ADN e a sua relevância na investigação criminal
_bRecurso eletrónico
_fFernando Viana da Cruz Cardoso Colaço
210 _aLisboa
_cUniversidade Nova de Lisboa. Faculdade de Direito. Centro de I&D sobre Direito e Sociedade
_d2015
215 _a1 CD-ROM
_d12 cm
225 _aCEDIS Working Papers - Direito, Segurança E Democracia
_v26
300 _aFicheiro de 420 KB em formato PDF (19 p.). Resumo inserto na publicação.
330 _aO presente trabalho tem como propósito abordar de uma forma sintética e objetiva a perícia do ADN no âmbito da investigação criminal. A investigação criminal encontrou no ADN um recurso poderoso de combate ao crime, mormente na área forense da identificação criminal. Apesar de este método ter sido utilizado durante largos anos, só em 2008 o legislador português aprovou a criação de uma base de dados de perfis de ADN para fins de identificação civil e criminal através da Lei nº 5/2008 de 12 de fevereiro publicada no DR, 1ª Série, nº 30, que posteriormente foi alterada pela Lei nº 40/2013 de 25 de junho, publicada no DR, 1ª Série, nº 120. Seria desejável que a lei que regulamenta a recolha, preservação e criação de base de dados do ADN tivesse a eficiência necessária para responder aos atuais desafios com que que se depara a investigação criminal, tornando mais fácil a sua utilização pelos órgãos de polícia criminal, como sucede atualmente com a resenha e a fotografia. Verifica-se, contudo, que a regulamentação aprovada não permite alcançar a eficiência desejada na investigação criminal, como procuraremos demonstrar, de forma resumida, com este trabalho.
606 _aADN
_9243660
606 _aPROVA
_9233195
606 _aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL
_9229431
606 _aBASE DE DADOS
_9227272
606 _aDIREITO PENAL
_9224698
700 _aCOLAÇO
_bFernando Viana da Cruz Cardoso
_9358012
955 _xOferta