000 03626nam a2200241 4500
001 393708
090 _a393708
100 _a20160122d2006 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aQueiloscopia
_bRecurso eletrónico
_euso da técnica na identificação forense
_fGiselle Boaventura Barros
210 _aSão Paulo
_c[s.n.]
_d2006
215 _a1 CD-ROM
_d12 cm
300 _aDissertação de mestrado apresentada à Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo, tendo como orientador Moacyr da Silva. Ficheiro de 928 KB em formato PDF (160 p.).
330 _aUma significativa área de identificação humana é a Queiloscopia, palavra que se refere ao estudo, registro e classificação da mucosa externa dos lábios e das impressões que deixam. Esta investigação teve como objetivo descrever os sulcos da impressão labial, a grossura dos lábios e a disposição de suas comissuras, por meio de estudo queiloscópico, além de realizar a identificação de indivíduos através de banco de dados formado por fichas queiloscópicas. A amostra foi composta por 120 estudantes do curso de Odontologia da Universidade Estadual de Feira de Santana – BA, de ambos os sexos e idades variáveis. A pesquisa foi dividida em duas etapas. Na primeira etapa, de cada participante, após assinatura de TCLE, foi obtida a impressão dos lábios em cartolina branca, mensurada a grossura labial através de régua milimetrada e realizada fotografia dos lábios com máquina digital de alta resolução. Na segunda etapa, as 120 fichas provenientes do estudo queiloscópico foram divididas aleatoriamente em 12 grupos de 10 participantes, em cada grupo foi sorteado 01 sujeito o qual depositou, após a assinatura de novo TCLE, sua impressão labial em determinado suporte (envelope de papel, espelho ou tecido de algodão). O pesquisador não teve conhecimento de quais foram os autores das impressões, sendo esta informação de conhecimento exclusivo do orientador. Utilizando-se a Classificação de Suzuky e Tsuchihaschi, o tipo de linha de sulco mais encontrado na impressão labial foi a do tipo I’ (Vertical Incompleta); para a Classificação de Santos, a grossura labial delgada e a disposição horizontal das comissuras labiais foram as mais comuns, atingindo cerca de 43% e 70%, respectivamente. A identificação foi obtida em 100% dos agentes das impressões nos envelopes e nos espelhos, através da detecção de no mínimo 12 pontos coincidentes. Nos tecidos, pode-se excluir cerca de 90% dos suspeitos, não se confirmando os autores das impressões pela descaracterização dos pontos na trama. Apesar da grossura dos lábios e da disposição de suas comissuras serem de fácil obtenção, a análise da impressão labial requer um estudo detalhado para a realização correta do queilograma, o que não implica em limitação para a utilização da Queiloscopia como um importante sistema alternativo de identificação forense. Possuindo os lábios diversas particularidades e sendo suas impressões diferentes de um indivíduo para o outro, conclui-se que a Queiloscopia pode ser muito útil aos peritos odontólogos em sua prática pericial diária, nos Institutos Médicos Legais, como uma das formas de transferir evidências, provando uma conexão entre suspeito e cena de crime.
606 _aIMPRESSÃO LABIAL
_9344729
606 _aODONTOLOGIA FORENSE
_9325951
606 _aIDENTIFICAÇÃO DE PESSOAS
_9343105
606 _aTESE
_9334284
606 _aBRASIL
_9331399
700 _aBARROS
_bGiselle Boaventura
_9357985
955 _xOferta